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Jovem desaparecido no Pico Paraná sobrevive após cinco dias e mobiliza investigação da Polícia Civil

Corpo de Bombeiros confirma resgate com vida; polícia detalha cronologia e descarta crime até o momento

Por Redação | Amazônia Realidade

O jovem Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, que estava desaparecido desde o início do ano após subir o Pico Paraná, foi encontrado vivo nesta segunda-feira (5) após passar cinco dias isolado em área de mata, segundo confirmação oficial do Corpo de Bombeiros do Paraná (CBMPR). O caso, que mobilizou equipes especializadas, voluntários e ganhou repercussão nacional, agora entra em uma nova fase com apuração detalhada da Polícia Civil.

Roberto foi localizado na região rural de Cacatu, em Antonina, depois de caminhar mais de 20 quilômetros sozinho, desorientado e com escoriações pelo corpo. As equipes de resgate se deslocaram até uma fazenda onde o jovem conseguiu pedir ajuda.

Corpo de Bombeiros detalha localização e estado de saúde

De acordo com o Tenente Ícaro Gabriel, do CBMPR, Roberto estava consciente, debilitado, com ferimentos leves e sinais de exaustão, mas sem risco imediato de morte.

“Ele conseguiu chegar por meios próprios até uma propriedade rural. Nossas equipes foram acionadas e estão prestando atendimento e apoio no deslocamento”, informou o oficial.

Durante as buscas, foram utilizados drones com câmera térmica, equipes de rapel, varredura terrestre e apoio de voluntários experientes em montanhismo, devido à complexidade do terreno e às condições climáticas adversas.

Vídeo divulgado pela família confirma sobrevivência

Em um vídeo publicado pela família nas redes sociais, Roberto relatou as dificuldades enfrentadas durante os dias em que permaneceu perdido.

“Estou cheio de roxos, com várias escoriações. Não consigo enxergar direito porque perdi meu óculos, mas estou bem”, afirmou o jovem.

A família agradeceu o empenho das equipes de resgate e o apoio recebido durante os dias de buscas.

Polícia Civil reconstrói linha do tempo do desaparecimento

A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) iniciou oficialmente a investigação no sábado (3), após o registro de boletim de ocorrência pelos familiares, moradores de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Segundo o delegado Glaison Lima Rodrigues, o caso é tratado, até o momento, como desaparecimento sem indícios de crime.

“Não há elementos iniciais de infração penal. Caso surjam indícios mínimos, o procedimento poderá ser convertido em inquérito”, explicou.

Linha do tempo do caso:

31 de dezembro: Roberto inicia a trilha acompanhado de uma amiga.

Madrugada de 1º de janeiro: dupla chega ao cume do Pico Paraná.

Manhã do dia 1º: durante a descida, Roberto passa mal e se separa do grupo.

Dias seguintes: equipes realizam buscas intensivas.

5 de janeiro: jovem é encontrado vivo em Antonina.

Depoimentos da jovem que acompanhava Roberto, de outros montanhistas e de familiares já foram colhidos pela polícia.

Caso reacende debate sobre segurança em trilhas de alta complexidade

O desaparecimento e a sobrevivência de Roberto reacenderam o debate nas redes sociais sobre segurança em trilhas de montanha, preparação física, equipamentos obrigatórios e a importância de não realizar percursos de alto risco sem apoio técnico adequado.

O Pico Paraná, com quase 1.900 metros de altitude, é considerado o ponto mais alto da Região Sul do Brasil e exige planejamento, experiência e monitoramento constante.

Situação segue em acompanhamento

Roberto segue sob cuidados médicos e passará por avaliações complementares. A Polícia Civil informou que continuará acompanhando o caso para esclarecimento completo dos fatos, enquanto o Corpo de Bombeiros finaliza o relatório da operação de resgate.

O Portal Amazônia Realidade segue acompanhando o caso e publicará novas atualizações conforme o avanço das investigações.

Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Com informações da Polícia Civil do Paraná 

Manauara é criticada por deixar amigo sozinho em montanha no Paraná

Polícia Civil do Paraná diz que, até o momento, não há indícios de crime


Por Redação | Amazônia Realidade

A jovem manauara Thayane Smith, de 19 anos, segue no centro de uma polêmica nacional após relatos de que teria deixado um amigo sozinho durante a descida do Pico Paraná, no Sul do Brasil. O caso gerou forte repercussão nas redes sociais e passou a ser investigado pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), que afirma que, até o momento, não há indícios de crime.

Reações nas redes sociais impulsionaram críticas

A repercussão do caso foi intensificada pelas reações nas redes sociais, onde internautas passaram a questionar a conduta da jovem durante a trilha no Pico Paraná. Entre os comentários, houve críticas diretas, ironias e cobranças por responsabilidade, com mensagens que classificaram a atitude como “abandono”, chamaram a jovem de “amiga da onça” e questionaram como ela reagiria “se fosse o contrário”. Outros usuários também lamentaram o episódio, afirmando que ninguém deveria ser deixado sozinho em uma montanha, especialmente em uma situação de risco.

Caso ocorreu durante trilha no Pico Paraná

O episódio aconteceu no dia 31 de dezembro de 2025, quando Thayane e Roberto Farias, ambos de 19 anos, se encontraram em Curitiba (PR) para subir o Pico Paraná, com o objetivo de acompanhar o primeiro nascer do sol de 2026.

Durante a descida da montanha, Roberto teria ficado para trás, supostamente sem a companhia da amiga, fato que ganhou grande repercussão após ser exposto nas redes sociais.

Versões divergentes ampliaram a repercussão

Inicialmente, Thayane afirmou que o amigo havia passado mal e não conseguiu acompanhar o grupo. Posteriormente, a jovem mudou a versão e declarou que o deixou para trás por ele estar “lento”, alegando que seguir à frente faz parte de seu “estilo de vida”.

A contradição nas declarações intensificou as críticas, sobretudo entre praticantes de trilhas e montanhismo, que reforçam que abandonar um integrante do grupo viola normas básicas de segurança.

Polícia Civil abriu investigação após BO da família

Segundo o delegado Glaison Lima Rodrigues, no sábado (3) foi aberta uma investigação após o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) feito pela família de Roberto.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, já foram colhidos:

O depoimento da jovem que acompanhava Roberto na trilha;

Relatos de outros montanhistas que encontraram o rapaz no caminho;

Depoimentos de familiares da vítima.

Polícia afirma que não há indício de crime até o momento

Em posicionamento oficial, a PCPR informou que, até o momento, não foram identificados indícios de crime relacionados ao episódio. A investigação segue para esclarecer todas as circunstâncias, considerando o contexto da trilha e as versões apresentadas.

A polícia destacou que o objetivo do inquérito é apurar os fatos com base técnica, afastando julgamentos precipitados que se espalharam nas redes sociais.

Caso reacende debate sobre segurança em trilhas

Apesar da ausência inicial de indícios criminais, o episódio reacendeu o debate nacional sobre responsabilidade coletiva, conduta em ambientes de risco e a importância de não abandonar companheiros em trilhas de alta complexidade como a do Pico Paraná.

Especialistas alertam que decisões individuais podem ter consequências graves em áreas de difícil acesso, especialmente em períodos de grande fluxo turístico.

Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Com informações da Policia Civil do Paraná

CRM-DF repudia racismo contra médica no Distrito Federal

Entidade classifica ofensas racistas como crime e cobra responsabilização


Por Redação | Amazônia Realidade

O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) divulgou neste sábado (3) uma nota de repúdio aos atos de racismo praticados contra a médica Rithiele Souza Silva, que foi alvo de ofensas racistas em um grupo de WhatsApp formado por bombeiros militares. O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e ganhou repercussão nacional após a viralização de um vídeo nas redes sociais.

A entidade classificou a conduta como “absolutamente inadmissível”, reforçando que o racismo é crime inafiançável, previsto na Constituição Federal e uma violação direta aos direitos humanos.

CRM-DF destaca que racismo é crime inafiançável

Em posicionamento oficial, o CRM-DF afirmou que episódios como esse atentam contra a dignidade da pessoa humana e os valores fundamentais da sociedade brasileira.

“O episódio atenta contra os direitos humanos, a dignidade da pessoa e os valores fundamentais da sociedade brasileira”, diz a nota.

O conselho também ressaltou o impacto profundo que práticas discriminatórias causam na vida pessoal e profissional das vítimas.

Entidade manifesta solidariedade à médica Rithiele Souza Silva

O CRM-DF destacou ainda o compromisso da instituição com a defesa da honra de médicos e médicas que sofrem discriminação.

“Temos um compromisso inegociável com a defesa da honra e da dignidade de médicos e médicas. Há, nestes casos, profundos impactos pessoais, profissionais e sociais decorrentes de práticas discriminatórias”, completou o conselho.

Vídeo sobre abordagem policial impulsionou repercussão do caso

A repercussão começou após a médica Rithiele Souza Silva publicar um vídeo nas redes sociais, que já ultrapassou 1,7 milhão de visualizações. Nas imagens, ela relata uma abordagem policial ocorrida em Sobradinho, no Distrito Federal, enquanto retornava para casa.

Segundo a médica, os policiais militares solicitaram que ela descesse do veículo e perguntaram se possuía antecedentes criminais, o que lhe causou constrangimento.

Postura de policiais mudou após apresentação da carteira médica

De acordo com o relato, a abordagem só mudou de tom após Rithiele apresentar sua carteira profissional de médica, momento em que a ação se tornou mais tranquila.

O vídeo acabou circulando em um grupo de WhatsApp formado por bombeiros militares, onde um dos participantes fez comentários ofensivos e de cunho racista, utilizando termos pejorativos contra a médica.

Polícia Civil investiga ofensas racistas em grupo de WhatsApp

O caso está sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal, que apura a autoria e a responsabilidade pelas mensagens racistas divulgadas no grupo.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com informações do Metrópoles

O Sangue que Jorra das Veias

Por Dário Matos

No Mar do Caribe, as trombetas da guerra soam. Há poucos dias, comemoráramos o aniversário de um Cristo morto em nome do amor ao próximo, de ideias enterradas nas cavernas do cristianismo primitivo… Depois de alguns tragos e de encher a barriga, esquecemos dos nossos “hermanos” que passam fome nos semáforos, com suas mãos infantis segurando plaquinhas em um portunhol mal escrito, pedindo comida. Levanto os vidros da janela e culpo Maduro pela miséria do seu povo. Sigo em frente, gasto o dinheiro que não tenho com coisas de que não preciso. Penso nas nossas mesas fartas, com várias iguarias regionais, de perus a pirarucus de casaca; olho no retrovisor, e o cortejo da Coca-Cola passa na avenida, com um Papai Noel prometendo “riqueza e prosperidade” para as crianças famintas, com lágrimas nos olhos, que arremessam papéis rabiscados em direção ao trenó do ancião miserável.

Não são só os refugiados que sentem fome. A estes seria fácil saciar: precisaríamos apenas de 1% da fortuna dos super-ricos do mundo e de usar o dinheiro das guerras para distribuir mantimentos. Mas há uma fome maior que a das crianças do nosso continente. O Tio Sam nunca dorme. Enquanto vestíamos as nossas roupas de Natal e comíamos o peru da nossa mais-valia, os senhores da guerra colocavam seus planos em prática: destroyers, bombas e a CIA. Aquela mesma que assassinou tantos revolucionários ao longo da Guerra Fria.

Na manhã de sábado, as veias da América Latina, mais uma vez, foram abertas com a navalha do imperialismo estadunidense. El sangre del pueblo jorra pelas ruas de Caracas. Assistimos na TV ao futuro repetir o passado, tal como a queda de Noriega no Panamá, em 1989… Os venezuelanos de Miami comemoram o jugo do novo senhor, branco e sofisticado. A democracia cede espaço ao Código de Hamurabi: “olho por olho, dente por dente”. É a lei do mais forte, o domínio unilateral do continente por sua superpotência decadente, em um verdadeiro ato de desespero para impor seu imperialismo em uma região que, apesar de seus problemas, vivia uma relativa paz consumindo produtos “xing-ling”.

Em seu resort de luxo na praia da Flórida, onde acompanhava a operação tomando espumante, entre dançarinas vulgares e banquetes homéricos, o autointitulado senhor das Américas esgotava seus superlativos para tentar trazer grandeza à operação covarde e medíocre. Em alguns minutos, sequestrou Maduro que, acuado, mostrava a covardia de quem se alimenta da fome do povo. O terror continuará; só mudou de cheiro e de uniforme.

Após a captura de Nicolás Maduro, Donald Trump, tão ganancioso quanto seu xará, o Pato Donald, bradou aos microfones, em alto e bom som, para que o mundo ouvisse: “Os Estados Unidos governarão a Venezuela!”.

Nuvens negras pairam sobre o nosso continente, abrindo precedentes perigosos, nos quais o mais forte pode pilhar os mais fracos; tomar, roubar, sequestrar e invadir, tudo justificado por um discurso sem saliva de liberdade e riqueza para os povos oprimidos.

Em Potosí, nossos ancestrais foram amaldiçoados pela voz da montanha muito antes da chegada dos espanhóis. Como recorda Eduardo Galeano, em As Veias Abertas da América Latina:

“Diz-se que, em 1462, o inca Huayna Cápac mandou extrair a prata de seus flancos, e de lá ouviu uma voz que disse em quíchua: ‘Não é para vocês; Deus reserva este metal para os que vêm de fora’. Os índios fugiram espantados, e o inca mudou o nome da montanha, que passou a chamar-se Potosí, que significa ‘troveja, arrebenta, faz jorro’.”

A história, cíclica e cruel, troveja novamente. E o sangue negro, mais uma vez, não é para nós.

Naça quebra tabu e vence Atlético Guaratinguetá na Copinha

Leão da Vila faz 2 a 0 fora de casa e larga com vitória na Copa São Paulo 2026


Por Redação | Amazônia Realidade

O Nacional venceu o Atlético Guaratinguetá por 2 a 0 neste domingo (4), na estreia da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026, no estádio Dário Rodrigues Leite, em Guaratinguetá (SP). Os gols foram marcados por Hiago Mendes e Fernandinho, garantindo três pontos importantes logo na primeira rodada da maior competição de base do país.

A vitória encerra um jejum de 14 anos sem triunfos do Nacional em estreias na Copinha e também quebra um tabu de três anos sem vitórias de clubes amazonenses no primeiro jogo do torneio.

Nacional encerra jejum histórico na Copinha

A última vez que o Nacional havia vencido na estreia da Copinha foi em 2011, quando superou o Taubaté-SP por 3 a 1. Desde então, o clube acumulava eliminações precoces e resultados negativos no início da competição.

Além disso, o triunfo também representa um marco para o futebol do Amazonas. O último time do estado a vencer na estreia havia sido o Fast Clube, em 2022, contra o Matonense-SP.

Vitória coloca o Nacional na liderança do Grupo 21

Com o resultado, o Nacional assume a liderança do Grupo 21, que também conta com Juventude-RS e São José-SP. A equipe amazonense volta a campo na quarta-feira (07), às 15h15 (horário de Brasília), quando enfrenta o Juventude.

A partida terá transmissão ao vivo pelo canal Paulistão, no YouTube.

Primeiro tempo equilibrado e de poucas chances

O jogo começou truncado, com muitas faltas e forte disputa no meio-campo. A primeira finalização da partida aconteceu apenas aos 17 minutos, quando Felipe, do Guaratinguetá, chutou por cima do gol.

O time paulista teve maior posse e pressionou no fim da primeira etapa, mas o Nacional se manteve organizado defensivamente. A melhor chance do Leão veio nos acréscimos, quando Hiago Mendes recebeu em profundidade, cortou para dentro e finalizou em cima do goleiro.

Segundo tempo decisivo garante vitória amazonense

Na volta do intervalo, o Nacional passou a controlar melhor o jogo. Aos 14 minutos, Luciano foi derrubado na área, e o árbitro marcou pênalti. Hiago Mendes converteu, abrindo o placar para o time amazonense.

O Guaratinguetá tentou reagir, mas parou nas boas defesas do goleiro Lucas. Já nos acréscimos, o Nacional aproveitou o contra-ataque. Após rebotes dentro da área, Fernandinho finalizou com precisão, selando a vitória por 2 a 0.

Foto: Reprodução/Canal Paulistão (YouTube)

Com informações da Federação Paulista de Futebol

Avião cai no rio Negro e duas pessoas são resgatadas em Manaus

Acidente aéreo ocorreu próximo à Ponte Phelippe Daou; vítimas tiveram apenas escoriações

Por Redação | Amazônia Realidade

Um acidente aéreo no rio Negro, em Manaus, deixou duas pessoas feridas sem gravidade na manhã deste domingo (4). Um avião de pequeno porte caiu em uma área de praia localizada logo após a Ponte Jornalista Phelippe Daou, conhecida como Ponte Rio Negro, que liga a capital amazonense ao município de Iranduba, a cerca de 27 quilômetros a sudoeste de Manaus.

As duas pessoas que estavam a bordo foram resgatadas com vida e sofreram apenas escoriações, conforme informações preliminares.

Acidente aéreo no rio Negro mobilizou equipes de resgate

O acidente ocorreu nas proximidades do Mirante do Negro, área bastante frequentada por moradores e visitantes. Testemunhas que estavam no local prestaram os primeiros socorros às vítimas logo após a queda da aeronave.

Testemunha relata voo em baixa altitude antes da queda

Segundo o relato de uma testemunha, o avião voava em baixa altitude quando o piloto realizou uma manobra. Durante a ação, a ponta da aeronave atingiu a água, o que provocou a perda de controle e a queda no rio Negro.

As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

Veja o vídeo:

Bombeiros enviaram viaturas e realizaram vistoria no local

Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) informou que foi acionado para atender à ocorrência e deslocou para o local uma viatura Auto Bomba Tanque (ABT), uma Unidade de Resgate (UR) e cinco militares.

Ao chegarem à área do acidente, os bombeiros constataram que as duas vítimas já haviam sido socorridas por populares que estavam no local. Ainda segundo o CBMAM, foi realizada vistoria na área, sem identificação de riscos imediatos ou necessidade de intervenções adicionais. O local foi deixado em segurança.

FAB diz que CENIPA ainda não foi oficialmente notificado

Também em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que, até o momento, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) não foi oficialmente notificado sobre acidente ou incidente aeronáutico na região e na data mencionadas.

Caso haja comunicação formal, o órgão poderá iniciar os procedimentos previstos para investigação aeronáutica.

Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Com informações do CBAM e da FAB

Hospital Veterinário do AM ultrapassa 127 mil atendimentos

Unidade pública registra mais de 13 mil animais cadastrados e consolida política de saúde animal no estado

Por Redação | Amazônia Realidade

O Hospital Público Veterinário do Amazonas (HPVet-AM) ultrapassou a marca de 127 mil procedimentos realizados em apenas três meses de funcionamento, consolidando-se como uma das maiores estruturas de atendimento veterinário público do Brasil. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet) e reforçam o impacto da política pública de saúde animal no Amazonas.

Desde a inauguração, a unidade já cadastrou 13.756 animais, ampliando o acesso da população a serviços veterinários gratuitos e especializados.

Hospital Público Veterinário do Amazonas amplia acesso à saúde animal

De acordo com o balanço oficial, o HPVet-AM realizou 11.842 atendimentos clínicos e consultas especializadas, além de 2.901 cirurgias, demonstrando alta demanda e capacidade operacional da unidade.

O hospital também contabilizou 3.968 procedimentos anestésicos, 2.748 exames de ultrassonografia e 9.522 exames de raio-X, garantindo suporte diagnóstico fundamental para o tratamento e recuperação dos animais.

Mais de 92 mil procedimentos de enfermagem em três meses

Outro destaque do Hospital Público Veterinário do Amazonas é o volume de procedimentos de enfermagem, que somaram 92.640 atendimentos. Esses serviços incluem:

Exames laboratoriais

Administração de medicamentos

Internações

Curativos

Testes rápidos

Outros cuidados assistenciais

Essas ações são essenciais para a continuidade dos tratamentos e para a promoção do bem-estar animal.

Governo do Amazonas reforça política pública de proteção animal

Para a secretária de Estado de Proteção Animal, Joana Darc, os números refletem um compromisso mais amplo com a saúde pública.

“Os resultados do Hospital Público Veterinário do Amazonas demonstram o compromisso do Governo do Amazonas com a saúde pública de forma integral. Cuidar dos animais também é cuidar das pessoas, do meio ambiente e do bem-estar da população”, afirmou.

Segundo ela, a gestão segue investindo na melhoria dos serviços para ampliar o número de animais atendidos.

Teleatendimento fortalece acompanhamento veterinário no estado

Além do atendimento presencial, o HPVet-AM também ampliou o acesso por meio da tecnologia, com a realização de 3.456 teleatendimentos. A iniciativa garante mais agilidade nos retornos clínicos, orientações médicas e acompanhamento contínuo dos casos.

A estratégia fortalece a rede de proteção animal e otimiza o atendimento veterinário público em todo o Amazonas.

Saúde animal como política pública estruturante

A iniciativa integra as ações do Governo do Amazonas voltadas ao fortalecimento da saúde animal, à prevenção de doenças e à promoção da saúde coletiva.

“Em apenas três meses, ampliamos o acesso a serviços veterinários, garantimos atendimentos especializados e milhares de procedimentos essenciais. Esse investimento reflete planejamento, responsabilidade e cuidado com o Amazonas”, destacou Joana Darc.

Fotos: Divulgação / Sepet

Com informações da Secom