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Teatro Amazonas recebe espetáculos de jazz que valorizam a cultura brasileira neste fim de semana

Palco do teatro tem shows da National Youth Orchestra Jazz (NYO Jazz), Luciana Souza, Robby Ameen, Amaro Freitas, Fábio Torres e a Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA)
 
Neste sábado e domingo (02 e 03/08), o Amazonas Green Jazz Festival 2025 segue com espetáculos que valorizam a cultura brasileira no palco do Teatro Amazonas, localizado no Largo São Sebastião, bairro Centro, zona sul de Manaus. A programação terá shows da National Youth Orchestra Jazz (NYO Jazz), Luciana Souza, Robby Ameen, Amaro Freitas, Fábio Torres e a Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA) - destaques na cena da música nacional e internacional.
 
Os ingressos são limitados e estão à venda na bilheteria do Teatro Amazonas e no site: www.amazonasgreenjazzfestival.com.br.
 
A edição deste ano tem como tema “Brasileiro Sou! Alma, Som e Identidade”, que enfatiza a rica herança musical do país com a realização de shows, exposições imersivas, circuito gastronômico e cultural, entre outras atividades, até 10 de agosto.
 
Neste sábado, às 20h, o público recebe a National Youth Orchestra Jazz (NYO Jazz). Liderada por Sean Jones, educador, trompetista e diretor artístico, a big band convoca os jovens mais promissores da música nos Estados Unidos, com idades entre 16 e 19 anos. A gama estilística é destacada em peças de artistas como Maria Schneider, Count Basie, John Clayton, Christian McBride e Vince Mendoza, além de músicas recém-encomendadas pelo baterista Dafnis Prieto.
 
Luciana Souza, oito vezes indicada ao Grammy Awards e vencedora na categoria “Melhor Álbum de Jazz Latino”, vai dividir o palco. Aclamada internacionalmente, ela é conhecida por sua voz expressiva, interpretações inovadoras e pela maestria com que transita entre a bossa nova e o jazz contemporâneo, infundindo cada performance com uma profunda emoção e sofisticação musical. Juntos, apresentarão um repertório que destaca obras de compositores brasileiros que marcaram a história, incluindo Antônio Carlos Jobim e Ivan Lins, e o primeiro arranjo encomendado pela trompetista Janelle Finton, aluna egressa da NYO Jazz.



 
Em seguida, às 21h30, o baterista americano Robby Ameen sobe para agitar o palco. Ele é um dos mais aclamados bateristas da atualidade e já participou de centenas de discos com a nata do jazz latino. Seu quinteto, formado por Conrad Herwig (trombone), Craig Handy (saxofone tenor) e Edsel Gomez (piano) - todos indicados ao Grammy diversas vezes -, além de Lincoln Goines (baixo), traz uma série de composições originais que fundem jazz moderno, funk e música latina em um som único e poderoso.
 
Domingo
 
No domingo, às 19h, a programação segue com o pernambucano Amaro Freitas. Atualmente, é um dos principais pianistas e nomes do jazz contemporâneo em atividade, se apresentando em palcos do Brasil e exterior. Ano passado, foi indicado ao Latin Grammy na categoria “Melhor Canção em Língua Portuguesa”, com o hit “Esperança”, assinado junto aos músicos Criolo e Dino D’Santiago; em 2025, venceu o Prêmio da Música Brasileira na categoria “Melhor Álbum de Música Instrumental”. Após três anos, Freitas volta a Manaus para ecoar seu trabalho de piano solo e conquistar o coração do público.
 
Depois, às 20h30, o palco recebe Fábio Torres, compositor e pianista paulistano e vencedor do Grammy e do Latin Grammy. Com muita animação, traz seu novo álbum “Céu Infinito Serão”, a partir de um repertório que mostra como o jazz se une à música erudita e à Música Popular Brasileira (MPB) em um espetáculo que cativa o público com memoráveis melodias executadas pela união de um trio de piano, contrabaixo e pandeiro com uma orquestra de cordas.
 
A apresentação será feita junto ao maestro Marcelo de Jesus e a Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA), grupo fundado em 2002 que inova ao apresentar um repertório vasto que vai do barroco ao contemporâneo, incluindo estreias e crossovers com outras linguagens artísticas, consolidando sua atuação diversificada e moderna.

 
FOTOS: Divulgação
 

Seminários da Amazônia discutem hiper dominância de árvores na América tropical e subtropical


O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) realiza, no dia 7 de agosto, a 11ª edição dos Seminários da Amazônia, com o tema “A hiperdominância de árvores na América tropical e subtropical". A palestra será ministrada em inglês por Viviana Ceccarelli, da Universidade de Leeds- Reino Unido, a partir das 16h, no Centro de Convivência do Instituto (Prédio 97), Campus I. 

A  pesquisadora, estuda como poucas espécies podem concentrar até 50% da abundância, biomassa ou produtividade em uma biorregião. O fenômeno, conhecido como hiperdominância arbórea, permite compreender de forma mais objetiva a dinâmica das florestas tropicais e savanas, facilitando o monitoramento de como esses ecossistemas respondem às mudanças climáticas globais.

Segundo Ceccarelli, o estudo utilizou 3.594 parcelas de florestas e savanas para investigar a hiperdominância em 12 biorregiões da América tropical e subtropical. A pesquisa buscou identificar as espécies hiperdominantes, analisar as diferenças entre regiões e avaliar a influência de variáveis ambientais e biogeográficas.

Sobre a palestrante

Viviana Ceccarelli integra o Grupo de Ecologia e Mudança Global da Universidade de Leeds. Seu projeto investiga os fatores que impulsionam o sucesso ecológico e a dominância de determinadas espécies, além de estudar a vulnerabilidade das florestas tropicais sul-americanas diante das mudanças do clima, analisando como isso pode transformar a composição florística dessas áreas.
A palestra 

A iniciativa integra os Seminários da Amazônia, que têm como objetivo promover debates sobre temas científicos e ambientais de relevância global. A palestra ocorre de forma quinzenal e aberta ao público interno e externo. 

Fonte: Ascom/Inpa
Banner: Tito Fernandes- Editora Inpa

Volei: Brasil amarela de novo para a Polônia

Seleção masculina de vôlei é eliminada mais uma vez pelos poloneses, desta vez na Liga das Nações, e reforça a instabilidade da nova geração sob comando de Bernardinho


Por Redação Amazônia Realidade

A seleção brasileira masculina de vôlei voltou a sucumbir diante da Polônia, na manhã deste sábado (02/08), na cidade chinesa de Ningbo. Desta vez, a derrota veio na semifinal da Liga das Nações (VNL) 2025, em um confronto em que o Brasil foi dominado e perdeu por 3 sets a 0, com parciais de 28/26, 25/19 e 25/21.

A nova eliminação reforça o tabu recente: o Brasil tem encontrado muitas dificuldades para superar a seleção polonesa em momentos decisivos. Desde os Jogos Olímpicos de Tóquio, passando pelo Campeonato Mundial e edições anteriores da VNL, os poloneses têm sido o algoz da equipe verde e amarela.

Mesmo com o retorno do multicampeão Bernardinho ao comando técnico, a seleção ainda não conseguiu encontrar consistência. A nova geração convocada para esse ciclo olímpico, embora promissora, mostra sinais de instabilidade em jogos grandes. Os erros no saque, a dificuldade na virada de bola e a falta de um líder em quadra voltaram a aparecer diante de uma Polônia mais coesa e fria nos momentos decisivos.

“Estamos em um processo. A cobrança é natural, mas há uma transição em andamento. Precisamos de tempo para amadurecer os atletas e reconstruir a confiança em jogos grandes”, afirmou Bernardinho após a partida.

Já a Polônia, atual referência do vôlei mundial, demonstrou por que segue entre os favoritos ao ouro olímpico. Com forte atuação no bloqueio, transições rápidas e consistência defensiva, os poloneses controlaram o ritmo da partida do início ao fim, sem permitir que o Brasil esboçasse uma reação.

Para os torcedores brasileiros, o filme se repete. A camisa amarela, que já foi sinônimo de hegemonia, vive agora um momento de reconstrução — e sob pressão. A poucos meses dos Jogos Olímpicos de Paris, Bernardinho e comissão técnica terão pouco tempo para ajustar o time, recuperar a confiança e retomar o protagonismo que o Brasil sempre teve nas quadras.

Força-tarefa da prefeitura elimina mais de 1,2 mil lixeiras irregulares em Manaus no primeiro mês de atuação

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), apresentou, neste sábado, 2/8, o balanço do primeiro mês da força-tarefa de combate às lixeiras irregulares. De 1º a 31 de julho, as equipes desarticularam 1.218 pontos de descarte irregular em todas as zonas da cidade, com a remoção de quase 5.000 toneladas de resíduos, destinados corretamente ao Aterro Sanitário Municipal.

Segundo os dados divulgados pelo secretário Sabá Reis, de 1º a 15 de julho, foram eliminadas 456 lixeiras viciadas, somando 1.200 toneladas de lixo. Já na segunda quinzena, o trabalho foi intensificado, alcançando 726 pontos e 3.300 toneladas recolhidas. Ao todo, 45 bairros foram atendidos durante o mês.

O secretário destacou que a iniciativa atende a uma determinação do prefeito David Almeida e reforçou a importância da participação da população. “Esse balanço é a prova de que, com planejamento e dedicação, estamos avançando na limpeza de Manaus. O prefeito David Almeida nos deu a missão de eliminar as lixeiras viciadas e conscientizar a população sobre o descarte correto, e é isso que estamos fazendo”, afirmou.

Ele também alertou para os impactos ambientais do descarte irregular. “Esses números quantificam nosso trabalho, mas também mostram a gravidade do descarte incorreto. O lixo nas ruas traz prejuízos à cidade e à população, porque, além de atrair vetores de doenças, é carregado pelas chuvas para os igarapés e para o rio Negro, aumentando a poluição das nossas águas”, completou.

Conscientização

Moradores de diferentes zonas da cidade reconheceram a importância do trabalho da força-tarefa, mas também fizeram um apelo por mais consciência coletiva.

Para Maria das Graças Soares, 56, do bairro Tancredo Neves, a retirada da lixeira próxima à escola trouxe mais segurança para as crianças, mas a mudança depende de todos. “É triste ver que, mesmo com coleta de segunda a sábado, tem gente que insiste em jogar lixo na rua. Isso prejudica toda a comunidade e mostra falta de respeito com quem mora aqui”, lamentou.

No conjunto Viver Melhor, José Ferreira, 72, lamentou que algumas pessoas de outros bairros descartem lixo na região durante a noite. “A prefeitura fez a parte dela, agora falta cada um fazer a sua. Tem moradores de fora que vêm de madrugada e deixam sacos aqui, como se nosso bairro fosse lixeira. Isso precisa acabar.”

A aposentada Ana Lúcia, 63, da Colônia Santo Antônio, elogiou o trabalho da Semulsp, mas pediu mudança de postura. “Ver a máquina chegando para limpar é um alívio, mas não dá para depender só disso. Enquanto tiver gente que prefere jogar o lixo em qualquer canto, nunca vamos ter uma cidade limpa”, destacou.

Em bairros como Cachoeirinha e Alvorada, a situação é semelhante. Cláudia Souza, 67, moradora da Cachoeirinha, reforçou que o lixo que vai para a rua termina nos igarapés. “Se cada um não fizer a sua parte, o problema só muda de lugar”, alertou.

Educação e serviços gratuitos

Além da remoção dos pontos de descarte irregular, a Semulsp reforça que a população pode utilizar serviços gratuitos, como a coleta agendada de grandes objetos e os Pontos de Entrega Voluntária (PEVs).

“Nosso trabalho não é apenas retirar o lixo, mas também educar e oferecer alternativas para que ninguém precise descartar resíduos de forma errada”, acrescentou Sabá Reis.

A força-tarefa continuará atuando diariamente em todas as zonas de Manaus, com o objetivo de erradicar as lixeiras viciadas e estimular uma relação mais responsável da população com a cidade.

 

Fotos - Alex Melo/Semulsp

 

Manaus reduz em 54% os crimes de homicídio no mês de julho, aponta SSP-AM

Resultados refletem as ações coordenadas pelo governador Wilson Lima, com o programa Amazonas Mais Seguro
 
Manaus registrou, no mês de julho, uma queda de 54% nos crimes de homicídio, quando comparado com o mesmo período de 2024. Entre 1º e 31 de julho, foram registrados 33 casos; enquanto no ano de 2024, foram praticados 72 crimes desse tipo. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança do Amazonas (SSP-AM).
 
Essa é a segunda redução consecutiva dos crimes de homicídio no primeiro semestre de 2025 na capital amazonense. Em março, foi registrada queda de 51,6% nos crimes de homicídio, comparado com março do ano passado.
 
Esses resultados refletem as ações e as iniciativas coordenadas pelo governador Wilson Lima, com os investimentos do programa Amazonas Mais Seguro.
 
"Esse é um número histórico. E tem que ser comemorado pelas Forças de Segurança. Parabenizo as Polícias Militar e Civil, os Bombeiros, os peritos e os profissionais da Secretaria de Segurança. Isso é fruto de muito empenho e investimento do governador Wilson Lima com tecnologia, inclusão de efetivo, concurso público, equipamentos modernos; todo esse somatório de ações gera resultados expressivos”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Vinícius Almeida.
 
Desde 2019, o Governo do Amazonas, por meio de um conjunto de investimentos do programa Amazonas Mais Seguro, já destinou R$ 1,16 bilhão ao reforço na Segurança Pública do Estado.
 
Além da implantação das bases fluviais, que são fundamentais para a segurança no interior, o governador Wilson Lima também ampliou o efetivo das polícias Civil (PC-AM) e Militar (PMAM), por meio da realização de concursos públicos, convocações e treinamentos de novos policiais.
 
Foto: Arquivo / Secom
 
 
 

Cinema de Manaus é multado pelo Procon-AM por proibir entrada com alimentos externos

O estabelecimento foi penalizado após insistir em proibir a entrada de clientes com alimentos adquiridos fora de suas dependências
O Instituto de Defesa do Consumidor do Amazonas (Procon-AM) aplicou, nesta quinta-feira (31/07), uma multa a uma unidade de cinema localizada em um shopping center na zona norte de Manaus por prática abusiva contra os consumidores. O estabelecimento foi penalizado após insistir em proibir a entrada de clientes com alimentos adquiridos fora de suas dependências — conduta que infringe a legislação estadual e o Código de Defesa do Consumidor (CDC).
De acordo com o órgão fiscalizador, o cinema já havia sido notificado anteriormente, no dia 15 de julho, para cessar a prática e remover placas fixadas no local que restringiam o ingresso de determinados alimentos, sob a justificativa de proibição de produtos “gordurosos” e a permissão exclusiva para itens como pipoca e refrigerante. Mesmo após a orientação, a empresa manteve os avisos e continuou impedindo a entrada de alimentos externos, em flagrante desobediência à legislação.
A ação do cinema contraria a Lei Estadual nº 4.782/2019, que assegura ao consumidor o direito de ingressar em salas de exibição com alimentos e bebidas adquiridos em outros estabelecimentos comerciais, desde que não representem risco à saúde ou à segurança pública. 
Além disso, a conduta também infringe o artigo 39, incisos I e V do Código de Defesa do Consumidor, que proíbe expressamente práticas comerciais consideradas abusivas, como impor restrições injustificadas ao consumidor e obrigá-lo a adquirir produtos ou serviços de um fornecedor específico.

Segundo o chefe de Fiscalização do Procon-AM, Pedro Malta, o descumprimento da norma representa uma clara violação ao direito de escolha e autonomia do consumidor.“Impedir o consumidor de entrar com alimentos comprados em outros estabelecimentos é uma prática abusiva. O shopping é um ambiente de livre circulação, e o cinema não pode obrigar ninguém a consumir exclusivamente seus produtos. Isso fere o direito básico de liberdade de escolha garantido por lei”, afirmou Malta.
 
Denúncias e atendimento
Consumidores que identificarem práticas abusivas podem registrar denúncias diretamente ao Procon-AM por meio dos seguintes canais oficiais:
Telefone: 0800 092 1512/ 3215-4009
E-mail: fiscalizacaoprocon@procon.am.gov.br
Atendimento presencial: Av. André Araújo, nº 1500 – Aleixo (horário: 8h às 14h, de segunda a sexta-feira)
Redes sociais: @procon_am (Instagram e Facebook)

FOTOS: João Pedro Sales / Procon-AM

STF decide futuro de Bolsonaro em setembro enquanto opinião pública se divide, aponta Datafolha

Pesquisa revela que 48% dos brasileiros apoiam prisão por suposta trama golpista, mas maioria acredita que ex-presidente não será condenado; julgamento no Supremo pode acirrar polarização política.


Por Redação Amazônia Realidade

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terá seu destino decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro, quando será julgado por sua suposta participação em uma tentativa de golpe após as eleições de 2022. Enquanto o processo avança, uma nova pesquisa Datafolha revela que os brasileiros estão divididos sobre o tema: 48% defendem sua prisão, enquanto 46% são contra.

Apesar da divisão, a expectativa predominante é de que Bolsonaro não será condenado51% dos entrevistados acreditam que ele escapará da cadeia, contra 40% que apostam em uma punição. Os números refletem a polarização política no país e a desconfiança em relação ao Judiciário.

O processo no STF

Bolsonaro responde a acusações de articular um plano para permanecer no poder após perder as eleições para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que ele mobilizou aliados políticos e militares, culminando nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores invadiram sedes dos Três Poderes.

O ex-presidente nega as acusações e afirma que é vítima de perseguição política. Se condenado, ele pode continuar inelegível e até ser preso, o que reacenderia o debate sobre o papel do Judiciário na política.

Os números da pesquisa Datafolha

A pesquisa, realizada nos dias 29 e 30 de julho, ouviu 2.044 pessoas em todo o país, com margem de erro de 2 pontos percentuais. Os principais resultados são:

·        48% apoiam a prisão de Bolsonaro (queda de 4 pontos desde abril).

·        46% são contra a condenação (aumento de 4 pontos).

·        6% não souberam opinar.

Expectativa sobre o julgamento:

·        51% acham que ele não será preso.

·        40% acreditam que ele será condenado.

Perfil dos que apoiam a prisão:

·        Nordestinos

·        Eleitores do PT

·        Pessoas com renda de até 2 salários mínimos

Perfil dos que rejeitam a condenação:

·        Evangélicos

·        Eleitores bolsonaristas

·        Moradores da região Sul

·        Pessoas da classe média baixa

Cenários possíveis para o julgamento

O STF tem maioria crítica a Bolsonaro, mas o desfecho ainda é incerto. Se for condenado, o ex-presidente poderá recorrer, prolongando o processo. Se absolvido, a base bolsonarista deve celebrar, enquanto a oposição questionará a impunidade.

Uma coisa é certa: o julgamento deve reacender tensões políticas em um período que antecede as eleições gerais, sendo um dos eventos políticos mais relevantes de 2025, com potencial para redefinir o cenário eleitoral e acirrar ainda mais a polarização no país. Enquanto isso, a opinião pública segue dividida, refletindo as profundas fissuras que ainda marcam a política brasileira.

Fonte: Datafolha

Foto: Reprodução - TV Justiça/STF