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Desembargador Yedo Simões inaugura primeira fase do sistema de segurança institucional do Tribunal de Justiça do Amazonas


Sistema contempla uma série de medidas para aprimorar a segurança dos que acessam os prédios da Justiça Estadual e também vai colaborar com a gestão penitenciária do Estado.

O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Yedo Simões, inaugurou nesta segunda-feira (29) a primeira fase do sistema de segurança institucional do Poder Judiciário Estadual.  Denominado "Integra TJAM", o projeto contempla uma série de medidas para aprimorar a segurança de servidores, magistrados, estagiários, operadores do Direito e demais cidadãos que acessam as unidades judiciárias da capital, diariamente.

A inauguração da primeira etapa do projeto oficializou a instalação de 40 câmeras para reconhecimento facial, sendo 20 instaladas no Fórum Henoch Reis e 20 na sede do Tribunal. Na sede do Poder Judiciário, localizada na Avenida André Araújo (bairro Aleixo), também foram instaladas quatro catracas para controle de acesso por reconhecimento facial.

O projeto “Integra TJAM” resultou de parceria entre o Tribunal, o Instituto de Tecnologia do Norte (ITN) – que trabalhou no desenvolvimento do sistema – e a empresa Samsung, a qual está fazendo o aporte de recursos na forma de aplicação em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento).

Conduzida pelo presidente da Corte, desembargador Yedo Simões, a solenidade de inauguração – seguindo protocolos de saúde e segurança para prevenir a propagação da covid-19 – teve a participação do governador do Estado, Wilson Lima; do superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa), general de brigada Algacir Antônio Polsin; do presidente do Instituto de Tecnologia e Negócios do Norte (ITN), Ronaldo Fonseca da Silva Júnior. O diretor-presidente da SRBR - Samsung, Yoonsop Kang, também participou da solenidade, enviando seu discurso por meio de um vídeo exibido na ocasião.

Ao inaugurar a primeira fase do sistema, o desembargador Yedo Simões, que concluirá na próxima sexta-feira (3) sua gestão na presidência do TJAM (2018-2020), afirmou que o projeto representa um legado para o sistema de Justiça. "Temos a satisfação de concluir, nesta semana, nossa gestão, podendo inaugurar a primeira fase desse projeto, que foi planejado por muitas mãos e por meio do qual pretendemos providenciar uma segurança de alto padrão aos usuários do sistema de Justiça, assim como para servidores, magistrados, colaboradores, estagiários e demais cidadãos que acessam, diariamente, os prédios da Justiça Estadual. Este era um anseio, sobretudo dos profissionais que atuam no Poder Judiciário e que agora contarão com tecnologia de ponta para desenvolver com a máxima segurança suas atividades. Podemos dizer, seguramente, que em se tratando de segurança institucional, passamos a contar com o que há de mais eficiente no País", afirmou o presidente do TJAM, agradecendo o apoio e parceria de órgãos públicos e da iniciativa privada que contribuíram com o projeto.

Além das 40 câmeras para reconhecimento facial e das quatro catracas para controle de acesso (por reconhecimento facial), nesta segunda-feira, foi oficializada a inauguração do sistema em desenvolvimento para o monitoramento, controle de acesso e videoconferência com reconhecimento facial.

Após esta primeira etapa, os mesmos recursos de segurança (câmaras e catracas de acesso) serão providenciados em outros prédios da Justiça Estadual, tais como o Fórum Cível Euza Naice de Vasconcelos, que deve ser contemplado ainda neste ano de 2020. 

Sistema será utilizado na gestão carcerária

Futuramente, o monitoramento com reconhecimento facial deverá, no caso dos fóruns, ser integrado ao Sistema de Automação da Justiça (SAJ), que vai proporcionar, por exemplo, o uso da ferramenta pelas Varas Criminais para o controle de comparecimento de apenados – dos regimes aberto e semiaberto – e de pessoas que respondem a processo em liberdade provisória e têm de se apresentar mensalmente à Justiça. 

A providência, denominada "Sistema de Gestão Prisional (Sigesp)" será gerenciado pelo Tribunal de Justiça e pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). 

Com o Sigesp, o Poder Judiciário tem a pretensão de controlar toda a cronologia de um cidadão no sistema prisional, abrangendo todos os regimes possíveis (fechado, aberto, semiaberto e diferenciado): desde o momento da prisão, passando pela audiência de custódia, recebimento na unidade prisional até a sua saída por cumprimento, relaxamento da pena, ou outros.

Nele constarão módulos que poderão ser utilizados pelas diversas áreas que envolvem a gestão de detentos (internos), tais como: administração, execução penal, pedagogia, serviço social, psicologia, médica, segurança e direção.  

Como resultado prático principal, se terá a emissão automática da certidão carcerária do detento, procedimento que atualmente dura até meses para ser finalizado, haja vista haver três sistemas alimentados de maneira distinta pelas empresas co-gestoras e Seap.

O Sigesp também proporcionará a geração de uma base de dados centralizada capaz subsidiar a estratégia da alta administração do TJAM e Seap. O mesmo sistema também buscará a integração com o sistema SCAMI para introduzir a identificação de pessoas com uso de biometria facial aos procedimentos de segurança nas unidades prisionais.

Foto: Arquivo / TJAM

Setemp centraliza atendimento dos PACs na sede do Sine Amazonas



A Secretaria Executiva do Trabalho e Empreendedorismo (Setemp), órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), informa que os serviços do Seguro Desemprego e orientação da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) digital, oferecidos nas unidades do Pronto Atendimento ao Cidadão (PAC), estarão centralizadas na sede do Sine Amazonas. Os postos do PAC retomaram as atividades nesta segunda-feira (29/06), seguindo normas de segurança sanitária para prevenção à Covid-19.

A centralização do atendimento no Posto Central do Sine Amazonas decorre do fato de que a maioria dos servidores da Setemp com mais de 60 anos ou com comorbidades estão atuando nas unidades descentralizadas do Serviço, nos postos dos PACs. Por sua vez, os servidores que atuam nos PACs que não pertencem ao grupo de risco estão gozando de férias referentes a períodos concessivos anteriores, inviabilizando o retorno das atividades nos postos descentralizados de atendimento.

Os serviços do Seguro Desemprego e orientação da CTPS digital estarão centralizados no Posto Central do Sine Amazonas, na avenida Djalma Batista, 1.018, Chapada, conforme protocolo de atendimento definido pela Setemp. O retorno dos integrantes do grupo de risco às atividades está previsto para a próxima segunda-feira (06/07), conforme plano de reabertura gradual estabelecido pelo Governo do Estado, exceto se houver recomendação médica em sentido contrário.

Por fim, considerando a necessidade de assegurar a continuidade do serviço de habilitação ao Seguro Desemprego no atual momento de crise, a Setemp disponibilizou atendimento específico às pessoas que estão tendo problemas  na liberação  do seu processo para receber o benefício através do endereço eletrônico agendamento.sineam@gmail.com, anexando o requerimento do Seguro Desemprego, Termo de Rescisão contatual, RG, CPF, Comprovante de FGTS, comprovantes de renda dos últimos três meses e comprovante de residência com CEP atualizado.

Prefeitura inaugura em apenas 15 meses a maior obra de mobilidade de Manaus



A mobilidade urbana de Manaus dá um grande passo nesta segunda-feira, 29/6, com a entrega do complexo viário Ministro Roberto Campos, na avenida Constantino Nery. Após 15 meses de trabalho e cumprindo rigorosamente o prazo, o prefeito Arthur Virgílio Neto inaugura a obra e dá fim a gargalos históricos de trânsito na cidade, proporcionando maior fluidez de veículos no principal eixo entre as zonas Norte e Sul e facilitando a ligação entre as diferentes zonas.

Ocupando uma área de 35 mil metros quadrados, o complexo viário possibilita a interligação entre a rua João Valério, no sentido Leste-Oeste, com a avenida São Jorge. Uma passagem subterrânea levará o tráfego de veículos, tanto no sentido bairro São Jorge quanto para a avenida Constantino Nery, sentido Centro.

Outra passagem sob a Constantino Nery interliga a avenida São Jorge e a rua Pará, pela rua Arthur Bernardes. Uma via paralela também permitirá que o motorista que trafega pela avenida São Jorge possa dobrar à direita, de forma livre, para acessar a avenida Constantino Nery. Isso deixará para trás um passado de congestionamentos na região, acabando com sete semáforos que existiam no local e que agora dão lugar a mais fluidez no trânsito.

O prefeito explicou que foram necessários anos de trabalho, baseados em uma política de austeridade, que organizou as finanças do município e possibilitou que a prefeitura alcançasse condições de construir o maior complexo viário de Manaus. 

“Eu diria que tivemos muita coragem para encararmos esse desafio de tornar realidade um complexo viário que há 30 anos muitos quiseram construir e não o fizeram. Essa força veio do nosso planejamento e equilíbrio fiscal, que devolveu a Manaus a respeitabilidade necessária para obter recursos. Por isso, é uma obra bem executada, moderna, com cumprimento de prazos e que escreve mais um importante capítulo na mobilidade urbana da cidade”, disse.




A sustentabilidade também está presente no paisagismo, que preservou todas as árvores presentes no local e que foram cuidadosamente remanejadas, sob a coordenação da Comissão Especial de Paisagismo e Urbanismo, presidida pela primeira-dama Elisabeth Valeiko Ribeiro.

A obra foi a primeira a ser anunciada como parte do pacote em comemoração aos 350 anos da cidade de Manaus. Com recursos oriundos de uma operação de crédito com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, por meio do Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano (FMDU), o complexo teve execução pelo Consórcio Manaus, formado pelas empresas JNasser Engenharia Ltda. e a construtora Soma Ltda., vencedoras do processo licitatório.

Transporte público

O complexo viário Roberto Campos também contempla uma inovação no sistema de transporte público. Trata-se da estação de transferência São Jorge, que possibilita a conexão de linhas de ônibus utilizando o sistema de bilhetagem eletrônica com o uso do Cartão Cidadão. O usuário não encontrará dificuldades, pois a integração na estação segue os moldes de um miniterminal.

A estação de transferência São Jorge é composta por duas plataformas: a superior, na avenida Constantino Nery, que receberá as linhas troncais; e a inferior, na alça de retorno ao São Jorge, que receberá as linhas de ônibus alimentadoras, ambas interligadas por elevadores e passarelas, que também permitem a travessia de pedestres na Constantino Nery. 



Os usuários poderão iniciar viagem na estação de transferência utilizando o Cartão Cidadão ou por meio do pagamento em dinheiro, na bilheteria da plataforma superior. O valor pago pela passagem será creditado em cartão eletrônico (smart card), que libera o acesso nas catracas. Da mesma maneira, o passageiro que pagar sua passagem em dinheiro na linha alimentadora, ou seja, no seu ponto de origem, também receberá cartão eletrônico na plataforma inferior com um crédito, para fazer a integração do momento e as futuras, por isso, é importante que o guarde. Os usuários que possuem o Cartão Cidadão farão a integração da plataforma inferior para a superior, como já fazem normalmente em qualquer parada de ônibus.

O embarque e desembarque de passageiros será feito por um conjunto de 20 portas automáticas, dispostas em ambos os lados da estação de transferência, que tem capacidade de receber até quatro ônibus articulados ou trucados com porta à esquerda por vez, dois em cada sentido da via. Totalmente fechada, para garantir o controle na entrada e na saída do usuário, além de maior segurança, a estação terá sistema de monitoramento por câmeras. As portas automáticas terão abertura e fechamento acionados, remotamente, por um sensor controlado pelos próprios motoristas dos coletivos.

A estação de transferência São Jorge é a primeira de uma sequência de quatro estações com a mesma dinâmica, que estarão situadas no perímetro do corredor Sul/Norte, entre os terminais de integração 1 (Constantino Nery) e 3 (Cidade Nova). Serão as estações de transferência São Jorge, Arena, Santos Dumont e Parque das Nações.

Foto: Divulgação / Semcom

Covid-19 pode forçar a derrubada do teto de gastos públicos, reforma tributária e a criação de novo imposto no Brasil


O advogado tributarista e consultor Eliézer Marins avalia os impactos da pandemia do novo coronavírus na economia e revela que existe a possibilidade de novos impostos, reexame de isenções e de uma reforma tributária para mitigar os efeitos da crise econômica e da queda brusca no PIB e na arrecadação.
A pandemia da Covid-19 causou grandes alterações, algumas delas bastante radicais, em políticas públicas e expôs o abismo da desigualdade social de forma muito explícita, mostrando a necessidade de amparo por parte do Estado para garantir liquidez ao sistema financeiro e manter os negócios minimamente em funcionamento, assim como para apoiar trabalhadores informais e pessoas vulneráveis. No entanto, como dinheiro não se cria do nada, em algum momento, alguém precisará pagar a conta por todo o assistencialismo necessário durante esta crise.

O advogado tributarista e consultor Eliézer Marins, CEO da Marins Consultoria, aponta que devido à pandemia o Estado precisou tomar medidas que irão, em um futuro não tão distante, acarretar em aumento de impostos e detonar o teto de gastos público do governo: “Cálculos da IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão vinculado ao Senado Federal, mostram que os gastos do governo com os desdobramentos da pandemia e seu enfrentamento devem superar os R$ 600 bilhões este ano, o que é equivalente a quase 9% do PIB brasileiro. Considerando perdas de receitas e outros eventos, a IFI projeta déficit primário de R$ 877 bilhões para este ano, representando 12,7%.Logo, todo esse financiamento inevitavelmente resultará em aumento da dívida pública e pode dar adeus por ora aos limites impostos pela PEC do teto de gastos e endividamento público.”

Queda brusca do PIB e aumento elevado do endividamento público em 2020


Desenhado para conter o exorbitante crescimento dos gastos públicos, o mecanismo do teto de gastos determina que as despesas públicas não podem aumentar mais do que a inflação do ano anterior. Pela regra do teto, toda vez que a economia crescesse, os gastos públicos deveriam encolher em relação ao PIB. No entanto, na prática, isto se mostra inviável neste momento, onde o Banco Central espera uma queda no PIB para 2020 de 6,4% e um aumento dos pedidos de empréstimos em quase 8%: “Vivemos em um país em que vigora um sistema tributário que cobra mais impostos de quem tem menor capacidade de contribuir, contudo se afinal o teto de gastos se mostrar insustentável, o aumento dos gastos públicos para enfrentar a pandemia tende a acelerar uma reforma tributária, que está sendo proposta há algum tempo e pode ser enviada para apreciação até agosto deste ano, já que entre renúncias fiscais, isenções, abatimentos e taxação mais leve sobre renda e patrimônio do que sobre consumo, no Brasil, quem pode menos paga mais imposto do que quem pode mais.”

Compensação dos gastos com a pandemia com novos impostos

Embora diversos países do mundo estejam adotando medidas para postergar a cobrança de impostos durante a pandemia, no Brasil a situação não parece ser uma opção. Além disso, está em aberto a possibilidade da criação de um novo imposto para custear os gastos com a covid-19: “As propostas em debate convergem para a sugestão de cortes em abatimentos de despesas e criação de um novo imposto, assim como novas alíquotas para rendas superiores no Imposto de Renda, incluem tributar lucros e dividendos, hoje isentos, e elevar a taxação de patrimônio e riqueza. Devem ser feitos os reexame das renúncias fiscais. O governo Bolsonaro, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na linha frente, alegam que não pretendem ir por este caminho, mas pode ser inevitável se seguirmos neste estado de emergência.”

Setenta e três farmácias do Amazonas já aderiram à campanha "Sinal Vermelho para a Violência Doméstica"

     foto Chico Batata

Campanha foi lançada nacionalmente neste mês de junho e por meio dela, estabelecimentos farmacêuticos podem ser procurados por vítimas de violência que necessitam de auxílio.

Setenta e três farmácias e drogarias que funcionam no Amazonas já aderiram à campanha "Sinal Vermelho para a Violência Doméstica", de iniciativa da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e de órgãos parceiros, entre os quais o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e o Conselho Regional de Farmácia (CRF-AM). 

Lançada nacionalmente no último dia 10 de junho, por meio da campanha, estabelecimentos farmacêuticos podem ser procurados por vítimas de violência que precisam de auxílio, bastando à vítima apresentar o símbolo da letra "X" em uma das mãos para que o atendente ou farmacêutico acione uma autoridade policial para lhe prestar o devido auxílio.

O balanço com o número de estabelecimentos que já aderiram à campanha no Estado foi divulgado neste domingo pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar. 

Entre os 73 estabelecimentos que fizeram a adesão, estão as Drogarias Santo Remédio (com 46 unidades na capital); as Drogarias Pague Menos (com 19 unidades em Manaus, 1 em Manacapuru, 1 em Itacoatiara e 1 em Parintins); as Drogarias Riachão (4 unidades em Manaus) e a Drogaria Pharmamed (1 unidade em Manaus). 

    foto Chico Batata

À frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, a desembargadora Carla Reis - que nesta semana assumirá a vice-presidência do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) - destacou a iniciativa dos proprietários e administradores das farmácias que já aderiram à causa e comentou que a mobilização é de fundamental importância. "Queremos destacar o apoio destes 73 estabelecimentos que, no Amazonas, compreenderam a importância desta mobilização nacional e aproveitamos este momento para mencionar o quão importante, neste período de pandemia, é a adesão à causa, pois, assim fazendo, as farmácias prestam um enorme serviço à sociedade, às famílias e às inúmeras mulheres vítimas de violência doméstica", comentou a desembargadora. 

O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Amazonas (CRF-AM), Jardel Inácio, citou que o órgão tem estimulado a participação dos grupos empresariais, e mencionou que a adesão à campanha é um compromisso social. “A violência contra a mulher é das coisas mais covardes que existem na sociedade. Um dos crimes que mais revolta qualquer pessoa que tenha seus valores cidadãos. É um dever social de todos e de todas combater este tipo de atitude, e por isso acreditamos que os profissionais farmacêuticos podem auxiliar nesta importante missão. Participar desta campanha é um ato cidadão e que vai ajudar a salvar mulheres que passam por esta situação em suas casas e, muitas vezes, não sabem a quem recorrer por medo”, afirmou o presidente do CRF-AM.

Para aderir à campanha, basta ao empresário/farmacêutico acessar o endereço eletrônico: https://www.amb.com.br/sinalvermelho, no qual constam todas as instruções necessárias.

Shopping do Artesanato e Economia Solidária retoma as atividades na segunda-feira



O Shopping do Artesanato e Economia Solidária reabre as portas na próxima segunda-feira (29/06) para atender ao público presencialmente, respeitando o terceiro ciclo do Decreto 42.395 de 13 de junho de 2020.  O espaço é coordenado pela Secretaria Executiva do Trabalho e Empreendedorismo (Setemp), conta com 88 lojas e reúne o trabalho de artesãos independentes, indígenas, associações e produtores amazonenses.

O Shopping do Artesanato está localizado na avenida Djalma Batista, 1018, e fica na Galeria Mais (entre o Plaza e Amazonas Shopping). O atendimento acontecerá de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h. A volta acontecerá gradualmente, seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os permissionários do grupo de risco retornam somente no dia 6 de julho, conforme recomendação.

De acordo com a secretária da Setemp, Neila Azrak, a reabertura do Shopping do Artesanato traz de volta a oportunidade dos artesãos mostrarem seus produtos presencialmente. “As mudanças em função da Covid-19 ocorreram de forma muito rápida e estamos seguindo todas as orientações de segurança repassadas durante a semana pela coordenação do Artesanato Amazonense. Vamos voltar conscientes do nosso papel como cidadão”, destacou.

Entre as novidades que serão apresentadas ao público estão: acessórios, biojóias e ecojóias, porta-moedas em crochê, tigelas e cumbucas de cerâmica, artesanato indígena (colares e cocares), canetas, caixas, porta-jóias e artesanato em marchetaria, pulseiras, suplast, entre outros produtos artesanais. 

Em cumprimento ao Decreto Governamental nº 42.061, de 16 de março de 2020, o Shopping parou suas atividades no dia 18 de março, e alguns artesãos precisaram se reinventar e aderir à forma virtual para os atendimentos e vendas de suas peças e produtos.

Segundo a artesã e permissionária, Marcia Vaz, a pandemia não a fez parar. As vendas de panelas de barro e máscaras de tecido foram seu carro-chefe e os produtos mais procurados pelos clientes. “Eu me sinto feliz por entregar todas as encomendas. Com a reabertura do Shopping do Artesanato, estou ainda mais esperançosa por dias melhores”, disse.

Com alta de 2,09% na primeira quinzena de junho, gasolina interrompe sequência de quedas do ano

Conforme levantamento da ValeCard, Paraná e Amapá têm os menores preços do combustível no país
Em queda livre desde janeiro, o preço da gasolina comum no Brasil interrompeu a sequência de baixas na primeira quinzena de junho. O valor médio do litro do combustível no país nos primeiros 15 dias do mês ficou em R$ 4,093 (o preço médio registrado em maio foi de R$ 4,010). 
Conforme levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas, Rio de Janeiro (R$ 4,557) e Amazonas (R$ 4,442) são os estados com o combustível mais caro no país. Já Paraná (R$ 3,706) e Amapá (R$ 3,757) apresentam com os preços mais baratos.  
Obtidos por meio do registro das transações realizadas em maio com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que Belém registra o valor mais alto (R$ 4,614). Por outro lado, o valor mais baixo encontra-se em Curitiba (R$ 3,547). 

Fonte: ValeCard 

Preço médio por Estado (R$)  
Estado 
 Junho (1ªQ) 
 Maio  
Variação (%) 
RJ 
4,557 
4,482 
1,67% 
AM 
4,442 
4,387 
1,25% 
AC 
4,436 
4,395 
0,94% 
PA 
4,329 
4,307 
0,53% 
PI 
4,317 
4,085 
5,68% 
TO 
4,28 
4,157 
2,94% 
AL 
4,217 
4,148 
1,67% 
MG 
4,216 
4,139 
1,86% 
RO 
4,212 
4,119 
2,27% 
BA 
4,151 
3,97 
4,55% 
SE 
4,134 
4,083 
1,24% 
CE 
4,108 
4,016 
2,29% 
MA 
4,088 
4,052 
0,89% 
MT 
4,068 
3,964 
2,61% 
ES 
4,067 
3,994 
1,81% 
MS 
4,062 
4,001 
1,52% 
PE 
4,027 
3,929 
2,49% 
RN 
3,967 
3,85 
3,05% 
DF 
3,964 
3,735 
6,15% 
RS 
3,958 
3,898 
1,54% 
GO 
3,935 
3,862 
1,88% 
PB 
3,935 
3,849 
2,25% 
RR 
3,88 
3,87 
0,26% 
SP 
3,857 
3,786 
1,88% 
SC 
3,84 
3,699 
3,82% 
AP 
3,757 
3,923 
-4,24% 
PR 
3,706 
3,58 
3,51% 
Média 
4,093 
4,01 
2,09% 
Fonte: ValeCard  


Belém e Rio, as capitais com maiores preços  
Entre as capitais, Curitiba (R$ 3,547) e João Pessoa (R$ 3,754) foram as que apresentam preços menores. Já Belém (R$ 4,614) e Rio de Janeiro (R$ 4,544) têm os valores mais altos. 

Capital 
 Junho 1ªQ  
 Maio  
Belém 
                  4,614  
        4,581  
Rio de Janeiro 
                  4,544  
        4,465  
Manaus 
                  4,385  
        4,315  
Porto Velho 
                  4,385  
        4,263  
Rio Branco 
                  4,337  
        4,263  
Teresina 
                  4,322  
        3,959  
Palmas 
                  4,212  
        4,083  
Aracaju 
                  4,144  
        4,099  
São Luís 
                  4,124  
        4,145  
Belo Horizonte 
                  4,092  
        4,058  
Salvador 
                  4,055  
        3,729  
Campo Grande 
                  4,017  
        3,970  
Macapá 
                  3,990  
        3,923  
Maceió 
                  3,987  
        3,932  
Natal 
                  3,978  
        3,796  
Fortaleza 
                  3,974  
        3,913  
Florianópolis 
                  3,970  
        3,818  
Brasília 
                  3,966  
        3,738  
Recife 
                  3,956  
        3,834  
Boa Vista 
                  3,924  
        3,871  
Cuiabá 
                  3,909  
        3,782  
São Paulo 
                  3,903  
        3,855  
Vitória 
                  3,849  
        3,707  
Goiânia 
                  3,849  
        3,779  
Porto Alegre 
                  3,832  
        3,813  
João Pessoa 
                  3,754  
        3,700  
Curitiba 
                  3,547  
        3,426  
Fonte: ValeCard 

Sobre a ValeCard  
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