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PF apura desvio de mais de R$ 813 milhões em transferência PIX

São cumpridos 42 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão

Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil


A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a segunda fase da Operação Magna Fraus, com o objetivo de investigar um esquema que teria desviado - por meio de fraudes e invasões de dispositivos eletrônicos - mais de R$ 813 milhões por meio de empresas que gerenciam transferências PIX.


Segundo a PF, o dinheiro foi desviado de contas usadas por bancos e instituições de pagamento para administrar transferências PIX de seus clientes. A investigação tem braços no Brasil e no exterior, demandando prisões internacionais com o apoio da Interpol na Argentina e em Portugal. Na Espanha, a operação contou com o apoio da Brigada Central de Fraudes Informáticos da Polícia Nacional da Espanha.

Mandados


No Brasil, estão sendo cumpridos 42 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão nas cidades de Goiânia, Brasília, João Pessoa, Belo Horizonte. Em Minas Gerais, estão sendo cumpridos mandados nos municípios de Betim e Uberlândia.


Em Santa Catarina, os alvos dos mandados estão localizados nas cidades de Itajaí e Balneário Camboriú; na Bahia, em Camaçari; e, em São Paulo, no município de Praia Grande, além da capital do estado. Das 26 prisões demandadas à PF, 19 são preventivas e sete são temporárias. Foram determinadas também medidas de bloqueio de bens e valores, na ordem de até R$ 640 milhões.


De acordo com a PF, os investigados são suspeitos de terem cometidos crimes de invasão de dispositivo informático e furto mediante fraude eletrônica, além de lavagem de dinheiro.


Primeira fase


A primeira fase da Operação Magna Fraus foi deflagrada em julho, com o objetivo de investigar um “grupo criminoso responsável pela lavagem de dinheiro proveniente de fraudes e invasões de dispositivos eletrônicos”. Foram expedidos mandados de prisão temporária, bem como de busca e apreensão em Goiás e no Pará.


Na época, a PF informou que estava apurando a atuação de “suspeitos especializados no uso de técnicas avançadas de negociação de criptoativos, empregadas para ocultar e dissimular a origem e a titularidade de valores ilícitos, dificultando sua rastreabilidade”.


Fonte: Agência Brasil 

Foto: Divulgação/PF

Ipaam aplica mais de R$ 90 mil em multas por crimes ambientais na Região Metropolitana de Manaus

Operação conjunta com o Batalhão de Policiamento Ambiental da PMAM percorreu sete municípios
 
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aplicou R$ 90,3 mil em multas durante a 12ª fase da Operação Região Metropolitana, realizada entre os dias 14 e 29 de outubro de 2025, em parceria com o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). As autuações foram motivadas por crimes ambientais como desmatamento ilegal, poluição hídrica, uso irregular do fogo e atividades sem licenciamento.
 
No total, foram lavrados nove autos de infração e quatro embargos de atividades, além de duas notificações e quatro termos de apreensão e depósito. As equipes percorreram 2.927 quilômetros pelas rodovias AM-070, AM-352, AM-010, AM-240, AM-354, BR-174 e BR-319, além de vicinais e ramais. As fiscalizações ocorreram em Manaus e nos municípios de Iranduba, Manacapuru, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Careiro da Várzea e Manaquiri (a 27, 68, 117, 57, 25 e 60 quilômetros de Manaus, respectivamente).




 
Segundo o diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, as operações periódicas fortalecem a presença do Estado em áreas estratégicas e asseguram a aplicação efetiva da legislação ambiental. Ele ressaltou que o trabalho integrado amplia a capacidade de resposta às denúncias e reduz a reincidência de infrações.
 
“Essas ações integradas reforçam o compromisso do Governo do Amazonas no combate aos crimes ambientais e na proteção dos recursos naturais da região metropolitana. A atuação conjunta com o Batalhão Ambiental garante maior agilidade e eficiência nas fiscalizações”, destacou Picanço.
 
Nesta fase, uma das inovações foi a ação fluvial conduzida pela Companhia de Operações Fluviais do Batalhão de Policiamento Ambiental, que utilizou uma lancha de abordagem rápida para fiscalizações em áreas de difícil acesso.
 
A operação também contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em uma ação que resultou na apreensão de madeira sem Documento de Origem Florestal (DOF) e de um carregamento de produtos perigosos interceptado pela equipe rodoviária. Durante as fiscalizações, foram apreendidos madeira, motosserras e produtos perigosos, além de registrada a doação de material apreendido para uso institucional.
 
O gerente de Fiscalização Ambiental do Ipaam, Marcelo Barroncas, explicou que os embargos envolveram atividades não licenciadas, incluindo um restaurante flutuante em Iranduba, que lançava efluentes no rio; uma serraria em Presidente Figueiredo; e duas áreas de supressão florestal sem autorização, em Presidente Figueiredo e Manaquiri.
 
“Nossas equipes identificaram ocorrências graves em Presidente Figueiredo e Manaquiri, que serão avaliadas pelo Centro de Monitoramento Ambiental e Áreas Protegidas (Cemaap/Ipaam). A análise temporal de imagens de satélite vai subsidiar relatórios técnicos robustos e permitir autuações exemplares”, afirmou Barroncas.
 
Os autuados têm 20 dias, a contar da notificação, para apresentar defesa administrativa ou efetuar o pagamento das multas, conforme a Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Decreto nº 6.514/2008.
 
Licenciamento e denúncia
 
Informações sobre os requisitos administrativos para solicitação de licenças ambientais estão disponíveis no site do Ipaam: www.ipaam.am.gov.br. No portal, o acesso é na aba “Serviços”, com seleção de “Solicitação de Licença Ambiental” e consulta dos “Requisitos Administrativos/Técnicos” correspondentes ao tipo de atividade a ser licenciada.
 
Em caso de denúncia, o Ipaam disponibiliza o contato da Gerência de Fiscalização Ambiental (Gefa) pelo WhatsApp (92) 98557-9454. O órgão reforça que continuará intensificando as ações para garantir o cumprimento das normas ambientais e prevenir riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

 
FOTOS: Divulgação/Ipaam
 

TCE-AM convida para lançamento de revista voltada à pesquisa e inovação no controle externo

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) dá mais um passo em direção à consolidação do conhecimento técnico e científico com o lançamento do primeiro volume da Revista Científica do TCE-AM de 2025, que acontecerá na quarta-feira, 05/11, às 9h30, no auditório da Corte.

Idealizada pela conselheira-presidente Yara Amazônia Lins e coordenada pelo vice-presidente Fabian Barbosa, a revista foi criada em 2024 como parte das ações que valorizam o estudo e a pesquisa aplicada ao controle externo. O lançamento deste primeiro volume integra as comemorações pelos 75 anos do Tribunal de Contas.

“Será um momento em que grandes reflexões serão feitas sobre os rumos do controle externo no nosso estado e no nosso país. Conto com a presença de todos”, destacou o vice-presidente Fabian Barbosa.

Para a conselheira-presidente Yara Amazônia Lins, a iniciativa simboliza o compromisso do TCE-AM em transformar conhecimento em ferramenta de gestão e aprimoramento institucional.

“Ao incentivar a produção científica, o Tribunal reafirma seu papel como espaço de reflexão, inovação e desenvolvimento da administração pública”, ressaltou.

A programação da manhã contará com o lançamento oficial da revista, a premiação do Concurso de Artigos Científicos, e uma palestra especial ministrada pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas da Paraíba, dr. Marcílio Toscano França Filho, com o tema “O Patrimônio Histórico como Patrimônio Público: Tribunais de Contas e Meio Ambiente Cultural”.

No período da tarde, os autores que compõem o primeiro volume da publicação farão a apresentação de seus artigos, em um espaço de troca de experiências e valorização da pesquisa aplicada na administração pública.

Nesse intuito, a Corte de Contas convida a comunidade acadêmica, os gestores públicos, jurisdicionados e a sociedade civil a participarem desse momento de partilha e construção do conhecimento, reafirmando o compromisso com a transparência, o diálogo e a inovação.



Foto: Joel Arthus
DICOM TCE-AM

Auditório lotado marca evento sobre Inteligência Artificial e Transformação Digital no TCE-AM

Com mais de 300 participantes presenciais entre gestores públicos, profissionais de tecnologia, acadêmicos e servidores, o Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) realizou, na manhã desta quinta-feira (30), o evento “TCE 75+ : Transformação Digital e Inteligência Artificial no Controle Público”, evento que integrou as comemorações pelos 75 anos da Corte de Contas amazonense.

Promovido pela Secretaria de Tecnologia da Informação (Setin), em parceria com as secretarias de Controle Externo (Secex) e de Inteligência, (Segin) o encontro apresentou a trajetória tecnológica do Tribunal, com ênfase em projetos de inovação que vêm transformando o controle público por meio da digitalização de processos, uso de big data e aplicação de ferramentas de inteligência artificial.

A conselheira-presidente Yara Amazônia Lins destacou que o TCE-AM tem investido continuamente em tecnologia como eixo estratégico para a eficiência e transparência da gestão pública.

“O Tribunal de Contas do Amazonas tem sido pioneiro em adotar a inovação como princípio de gestão. A tecnologia é hoje uma aliada essencial do controle público e reforça o compromisso desta Corte com a modernização e o serviço à sociedade”, afirmou.

Linha do tempo da inovação

Durante a abertura, o secretário de Tecnologia da Informação do TCE-AM, Elynder Belarmino, fez uma retrospectiva das últimas quatro décadas da evolução tecnológica da instituição, desde a aquisição do primeiro computador, em 1989, até a criação da plataforma Amazon.IA, lançada neste ano e considerada como pioneira no controle público no país.

“Cada marco tecnológico representa um passo na consolidação de um Tribunal moderno, seguro e conectado às necessidades do cidadão. O futuro já começou, e ele passa por sistemas inteligentes, processos automatizados e decisões cada vez mais baseadas em dados”, afirmou Elynder.

Durante sua fala, o secretário destacou a criação da Diretoria de Inteligência Artificial, o fortalecimento da governança de TI, e o compromisso do Tribunal em manter-se na vanguarda da inovação com novas soluções, como o Assistente Processual, sistema que permite interação direta com os processos eletrônicos para apoio às auditorias e julgamentos.

Debates e painéis temáticos

A programação do evento incluiu dois painéis temáticos. O primeiro, mediado por Elynder Belarmino, contou com as participações do fundador e diretor-geral da plataforma brasileira de Big Data & Inteligência Artificial Redmaxx, Márcio Lins, do secretário-geral de Controle Externo, Mário Sato, e do diretor de Projetos e Inovação da Setin, Saulo Coelho Lima. A palestra magna de Márcio Lins abordou o uso de big data e inteligência artificial para auditorias e controle, destacando a importância da análise preditiva para prevenção de fraudes e otimização de recursos públicos.

O segundo painel teve como tema “Dados, I.A. e Inteligência: Otimizando Ações de Fiscalização e Controle”, com apresentações do chefe do Departamento de Inteligência do TCE-AM, Luiz Fabiano Mafra Negreiros, e do diretor de Inteligência Artificial, Arlesson de Souza dos Anjos. Ambos apresentaram soluções desenvolvidas internamente para análise de grandes volumes de dados e apoio às fiscalizações presenciais.

Foto: Joel Arthus
DICOM TCE-AM

Espetáculo de dança 'Cabaré Chinelo' estreia no Teatro Amazonas

As apresentações acontecem nos dias 31 de outubro e 1º e 2 de novembro, com o elenco do Ateliê 23, Corpo de Dança do Amazonas e Orquestra de Câmara do Amazonas

Manaus (AM) - A verdadeira história da Belle Époque amazonense contada em “Cabaré Chinelo”, premiado projeto do Ateliê 23 que é sucesso de crítica e de público pelo Brasil, agora estreia como espetáculo de dança, numa parceria inédita com o Corpo de Dança do Amazonas (CDA) e a Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA), com direção de Taciano Soares e Eric Lima. As apresentações acontecem nos dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro, no Teatro Amazonas, no centro histórico de Manaus. 

A obra tem apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Os ingressos estão disponíveis a partir de R$ 50, no site shopingressos.com.br e no perfil da companhia de teatro no Instagram (@atelie23). A classificação é de 16 anos. 

“O trabalho está fantástico, o espetáculo tem uma camada, uma leitura que não necessariamente a gente via na obra de teatro. São outras formas de contar e, com isso, a gente vê outras possibilidades do ‘Cabaré’ existir, essa é a coisa mais incrível, a possibilidade da gente reconstruir”, afirma Taciano Soares, que divide a direção do espetáculo e do Ateliê 23 com Eric Lima.


“O palco é imenso, é capaz de a gente construir de diversas formas a mesma história e a prova disso é o que vai acontecer nesses três dias. Os bailarinos e as bailarinas inteiramente dedicados, disponíveis, atentos na escuta, é um trabalho que o resultado se tornou colaborativo. Eu tenho certeza que vai ser muito surpreendente para quem assistiu o espetáculo de teatro”, enfatiza o diretor. 

Taciano Soares destaca que a parceria do Ateliê 23 com o Corpo de Dança do Amazonas e a Orquestra de Câmara, através da linguagem dança-teatro, o carro-chefe da criação, tem sido uma experiência desafiadora.

“É um grande momento para o Ateliê 23 ter agora essa obra em parceria com o CDA e a OCA, que nos deixa uma sensação maravilhosa de realização. A gente está muito feliz”, comenta o diretor. 
 
Parceria

Esta é a terceira vez que a Orquestra de Câmara do Amazonas, com direção artística e regência do maestro Marcelo de Jesus, divide o palco do Teatro Amazonas com o elenco do Ateliê 23, para apresentar novos formatos do “Cabaré Chinelo”. 


“A primeira foi uma versão teatral com música, em que fiz arranjos para a OCA a partir das composições de Eric Lima e, depois, apresentamos ‘O Cabaré’, o musical abriu a série ‘Encontro das Águas’, que promove o diálogo entre diferentes linguagens artísticas. Quem sai de casa para ir ao teatro merece ser tocado, provocado, transformado, é isso que este novo ‘Cabaré’ propõe, novas sensações e novas formas de sentir”, conta o maestro Marcelo de Jesus.

“Agora, com o Corpo de Dança do Amazonas, o espetáculo ganha uma nova forma, essa é a beleza do ‘Cabaré’, ele se transforma a cada versão. Nesta, seguimos por um caminho mais experimental e improvisativo, a OCA será representada por cinco músicos, dois violinos, viola, violoncelo e contrabaixo, e eu estarei à frente deles não como maestro, mas como mais um músico, tocando e improvisando ao teclado, criando camadas e timbres que expandem o ambiente sonoro do espetáculo”, completa o regente.

Cabaré Chinelo

O espetáculo de teatro “Cabaré Chinelo”, do Ateliê 23, estreou em novembro de 2022, com a proposta de imersão no período entre 1900 e 1920, nas dependências do Hotel Cassina - onde atualmente fica o Casarão da Inovação Cassina - para mostrar a exploração e a violência vivida por mulheres obrigadas a se prostituir na época da borracha no Amazonas.


Durante três anos em temporada, a obra foi indicada ao 34° Prêmio Shell de Teatro, na categoria "Energia que Vem da Gente" e conquistou o 22º Prêmio Cenym de Teatro Nacional, da Academia de Artes no Teatro do Brasil, em duas categorias, entre elas "Melhor Companhia". A peça foi indicada ainda como “Melhor Elenco” nesta edição.

No 17º Festival de Teatro da Amazônia, o “Cabaré Chinelo” levou os prêmios de “Melhor Espetáculo” e “Direção”. A peça foi indicada nas categorias “Melhor Atriz”, “Melhor Ator” e “Trilha Sonora”.

Com tradição de ingressos esgotados em todas as sessões, o espetáculo é sucesso nos streamings de áudio. Quatro faixas entraram na playlist viral Manaus: “La Muerte”, “Somos o Cabaré”, “Gaita de Gaivota” e “Lobas”. A música “Eu Sou a Maior”, da personagem Balbina, entrou em mais de mil playlysts enquanto “Somos o Cabaré” e “Grito de Conceição” também ganharam destaque na plataforma. 

Fonte: ASCOM
Fotos: Divulgação 

Saúde digital: Hapvida consolida escala nacional com resultados recordes

Plataforma própria, governança e ampliação de especialidades sustentam a expansão do acesso e da qualidade na telessaúde

A Hapvida vem consolidando um modelo de saúde digital capaz de democratizar o acesso e elevar a resolutividade do cuidado em todo o Brasil. Com plataforma proprietária de teleatendimento, prescrição digital, governança estruturada, expansão contínua de especialidades e serviços, a companhia alcançou patamares recordes em escala, qualidade e eficiência operacional.

A operação de Telessaúde ultrapassou 413 mil teleconsultas eletivas por mês, com taxa de resolutividade de 92% e satisfação 4,7/5. No pronto-atendimento digital, são 260mil consultas/mês, resolutividade de 70% e satisfação 4,6/5. No acumulado, a companhia já superou 20 milhões de teleconsultas e R$ 20 milhões em custos evitados, evidenciando o impacto assistencial e a sustentabilidade do modelo.

O avanço responde a um desafio histórico do país: a necessidade de se obter equidade na distribuição, na fixação e no acesso a médicos. Hoje, no âmbito presencial, persiste maior concentração nas regiões Sul e Sudeste, nas capitais e nos grandes municípios. Diante desse cenário, a estratégia digital passou a funcionar como vetor de capilaridade, conectando beneficiários a equipes e serviços de forma ágil e integrada.

Para sustentar o crescimento e chegar aos resultados atuais, a Hapvida estruturou um conjunto de pilares operacionais:

• Internalização da solução: desenvolvimento de plataforma própria para atendimento e teleprescrições, garantindo agilidade, integração e evolução contínua;

• Ampliação de especialidades: portfólio médico e multiprofissional em expansão, com novos serviços, como renovação de receitas, linhas de cuidado de cefaleia e lombalgia, telefisioterapia e saúde mental;

• Gestão e qualidade: foco em evolução contínua, monitoramento em tempo real de APIs e serviços da plataforma e processos certificados;

• Captação médica: ferramenta dedicada para atração e integração de prestadores (mais de 1,4 mil na eletiva e 0,5 mil no PA digital);

• Engajamento do paciente: régua de mensageria via WhatsApp e push, com remodelagem de portal e app para maior usabilidade;

• Capacitação: trilhas de aprendizagem e microlearning para padronizar condutas e experiências.

A estratégia digital se integra a uma rede própria de 832 unidades conectadas nas cinco regiões do país, com 86 hospitais, 365 clínicas, 301 centros de diagnóstico, 80 prontos atendimentos e mais de 6,3 mil leitos, sustentando capilaridade, continuidade do cuidado e interoperabilidade.

“Nosso foco é escalar acesso com qualidade, colocando o bem-estar das pessoas no centro de cada decisão. A combinação de tecnologia proprietária, governança e equipes capacitadas explica por que a saúde digital da Hapvida evolui com consistência e impacto social real”, afirma Ádria Cândido, diretora-executiva de Saúde Digital e Clínicas Médicas.

O roadmap inclui o fortalecimento de experiências figitais, interoperabilidade, telepropedêutica, anamnese digital, IA de apoio clínico (triagem, anamnese, análise de sentimentos), reforçando a visão de uma saúde preventiva, automatizada e precisa. Como pilar permanente, a Hapvida seguirá ampliando o acesso e a resolutividade do cuidado, escalando a saúde digital para reduzir desigualdades e cuidar de mais pessoas, em mais lugares, sempre com qualidade.

André Zogahib e Kátia Couceiro lançam Chapa 19 para administrar a "cidade UEA"

Atual reitor e vice-reitora concorrem para continuar a gestão responsável por aproximadamente 25 mil pessoas, que compõem a comunidade acadêmica

Com presença massiva de docentes, alunos e servidores administrativos, os atuais reitor e vice-reitora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), respectivamente os professores André Zogahib e Katia Couceiro, lançaram oficialmente na noite desta quarta-feira (29/10), em Manaus, a campanha para reeleição à gestão superior da universidade. A Chapa 19 "União, Ética e Ação: Juntos Podemos +" foi a única inscrita no pleito. 

Ao longo do período de 2022-2025, André Zogahib e Katia Couceiro foram responsáveis por administrar a rotina de mais de 25 mil pessoas e gerir estruturas tanto na capital quanto no interior do estado. Se a UEA fosse um município, seria o 33⁰ do Amazonas.

Além de cuidar das unidades instaladas na capital, a dupla de administradores foi responsável por manter 6 Centros de Estudos Superiores:  Itacoatiara, Lábrea, Parintins, São Gabriel da Cachoeira, Tabatinga e Tefé; 16 Núcleos de Ensino Superior: Boca do Acre, Carauari, Careiro Castanho, Coari, Eirunepé, Humaitá, Ipixuna, Manacapuru, Manicoré, Maués, Nova Olinda do Norte, Novo Aripuanã, Presidente Figueiredo, Santo Antônio do Içá, São Sebastião do Uatumã e Tapauá.

Sob o olhar atento às oportunidades, Zogahib e Couceiro estenderam as parcerias. Atualmente, a UEA mantém acordos de colaboração com países da Ásia, África, América do Norte, América do Sul e Europa por meio de programas, projetos, pesquisas, estudos, cursos, intercâmbios e estágios. 

"Estamos dando início ao nosso projeto para continuar tocando a UEA da forma que a gente tocou ao longo desses últimos anos. Nosso slogan é 'Juntos podemos mais' porque a gente entende que a união é o que nos fortalece institucionalmente. Nesse período de campanha nós vamos aproveitar para apresentar um balanço do que fizemos, fazer uma prestação de contas, e, a partir daí, vamos conversar com a comunidade acadêmica e estabelecer novas propostas para o que queremos. Já temos um roteiro escrito com ajuda de muitas pessoas, mas isso tudo vai ser mudado. Ainda existem muitas coisas a serem colocadas no nosso plano, como proposta dessa próxima gestão. É por isso que queremos ouvir vocês, vamos visitar as escolas da UEA, da capital e do interior", afirmou André Zogahib.

Segundo os candidatos à reeleição, cerca de 90% das promessas da primeira gestão foram cumpridas: entre expansão e revitalização de infraestrutura, mais segurança, mais presença e qualidade da UEA no interior, ampliação de laboratórios e bibliotecas, novos cursos de graduação e pós-graduação, mais parcerias institucionais, além de plano de saúde e aumento de pagamento e ticket-alimentação para servidores.

"Temos muito mais a avançar. A cada dia a gente recebe um novo professor com uma ideia nova, um novo projeto. É algo que se amplia e nunca acaba, se não teria por que existir a gestão superior. É um ciclo e é por isso que estamos renovando nossos compromissos. Temos só o sentimento de gratidão, gratidão a Deus por estarmos juntos hoje aqui, e esperamos conquistar ainda mais. Contamos com o apoio de vocês", ressaltou Katia Couceiro.

Apoio geral à Chapa 19

Para a professora da Escola Superior de Ciências Sociais (ESO/UEA), Andrea Lanza, atualmente, André e Kátia são os melhores nomes para administrar a universidade. "Eles integraram a comunidade por meio do diálogo e do respeito. Não teve outra chapa porque a comunidade entendeu que eles são os mais capazes de manter nossa universidade na rota do crescimento e alcançando níveis cada vez maiores de excelência e de reconhecimento", declarou. 

O professor Jefferson Jurema, da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA/UEA),  reforçou seu voto à Chapa 19. "A administração dos professores André Zogahib e Kátia Couceiro foi uma administração de muito sucesso e valor. Estamos cientes que o nosso voto consciente neles vai melhorar e muito as dinâmicas, os processos e todas as atividades que a UEA desenvolve", disse.

A professora Andrea Lanza, do curso de Administração Mediado por Tecnologia da UEA, também compareceu para demonstrar apoio à reeleição. "Queremos uma continuidade desse trabalho que tem sido brilhante, ao final de contas o nosso gestor é administrador. Tivemos muitos ganhos para a universidade, o último grande ganho foi o nosso plano de saúde, que é extremamente benéfico para os servidores", destacou.

João Victor, aluno do curso de Engenharia de Produção da UEA, da Escola Superior de Tecnologia (EST), disse ter sido testemunha dos avanços alcançados pela gestão Zogahib e Couceiro. "Eu só vi melhorias. Quando entrei no meu curso em 2020, a gente não tinha tantos recursos, na EST não tinha tantos projetos, e de lá para cá vem evoluindo muito essa parte de projetos, com muitas oportunidades para quem está entrando na universidade, mais ligado ao mercado de trabalho, à indústria 4.0", afirmou.

Campanha e votação

A campanha da Chapa 19 "União, Ética e Ação - Juntos Podemos*" vai acontecer até 10 de novembro, com os professores André Zogahib e Kátia Couceiro percorrendo as unidades da UEA na capital e no interior. 

A votação para a nova administração superior no período de 2026-2029 vai ocorrer no próximo dia 18 de novembro, nas unidades da UEA.