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PC-AM, com apoio da Sepet, prende homem por zoofilia contra cadela em Manaus

 

O crime foi filmado pelo próprio autor e resultou na morte do animal

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core-AM) e da Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet), cumpriu, na tarde deste sábado (03/01), mandado de prisão preventiva de um homem, de 22 anos, pelo crime de zoofilia contra uma cadela sem raça definida.

Conforme a delegada Juliana Viga, as investigações iniciaram na sexta-feira (02/01) após a Sepet receber uma denúncia de abuso sexual contra o animal, a qual também foi formalmente registrada para que a Polícia Civil realizasse a devida apuração.

“Junto com a denúncia, recebemos um vídeo gravado pelo próprio autor, em que ele aparece praticando o crime contra a cadela, ato que resultou em sua morte. Diante da extrema gravidade dos fatos, no mesmo dia solicitamos ao Poder Judiciário a expedição do mandado de prisão em nome do indivíduo”, disse a delegada. 

O homem chegou a ser conduzido, na sexta-feira (02/01), ao 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), após a Sepet receber a denúncia, com o apoio da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CipCaes), da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). 

“Neste sábado a Central de Plantão Criminal deferiu a prisão preventiva do investigado, que foi cumprida após diligências. O homem foi conduzido ao 6º DIP para os procedimentos cabíveis”, completou a delegada.

A secretária da Sepet, Joana Darc, afirmou que, assim que recebeu a denúncia, a Sepet acionou as forças de segurança e o suspeito foi localizado, preso e confessou o crime.

“Crimes como esse são extremamente graves, não serão tolerados e terão resposta rápida e rigorosa do Estado. Uma pessoa que comete esse tipo de violência representa um risco real para a sociedade. Quem souber de casos assim, pode denunciar para nosso Departamento de Denúncias”, detalhou a secretária. 

Denúncia de maus-tratos

A Secretaria de Estado de Proteção Animal reforça que crimes de maus-tratos, abuso e violência sexual contra animais são graves, configuram crime previsto em lei e não serão tolerados. As ações de fiscalização, investigação e repressão seguem sendo intensificadas em todo o Amazonas, em parceria com os órgãos de segurança pública.

A Sepet ainda alerta que denúncias de crimes contra animais podem ser feitas diretamente ao Departamento de Denúncias da Secretaria, pelo telefone (92) 98127-0039.

As denúncias também podem ser realizadas pelos números (92) 3667-7741, disque-denúncia da Dema; 197 e (92) 3667-7575, da PC-AM; 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).

O Boletim de Ocorrência (BO) pode ser registrado na delegacia mais próxima do fato, ou diretamente na sede da Dema, localizada na rua Paul Adam, Conjunto Shangrilá, bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul de Manaus.

O registro também pode ser feito pela Delegacia Virtual (Devir), no site: https://delegaciavirtual.sinesp.gov.br/portal/. 

O homem responderá por maus-tratos a animais e ficará à disposição da Justiça.

 

FOTOS: Divulgação/PC-AM e Divulgação/Sepet

Do Juruá para o povo: Elan Alencar cresce na capital e no interior e vira esperança para a Aleam

Vereador de origem humilde amplia votação, ganha força nas comunidades e se consolida como nome do povo para 2026

Por Redação | Amazônia Realidade 

Filho do rio Juruá e criado na realidade do interior do Amazonas, o vereador Elan Alencar (DC) vem conquistando espaço na política estadual com um diferencial cada vez mais valorizado pelo eleitor: não esqueceu de onde veio. Com atuação forte nas comunidades de Manaus e presença constante no interior, Elan cresce em popularidade e já é apontado como um dos nomes com reais chances de chegar à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) nas eleições de 2026.

Crescimento nas urnas mostra que o povo reconhece quem trabalha

O avanço de Elan Alencar nas urnas é reflexo direto do trabalho de base. Em apenas uma eleição, o vereador mais que dobrou sua votação, mostrando que presença, compromisso e escuta rendem resultado.

2020: eleito com 3.182 votos

2024: reeleito com 8.611 votos

O salto eleitoral chamou a atenção não só da população, mas também de lideranças políticas do estado, que passaram a enxergar em Elan um nome forte para representar o povo na Aleam.

Presença onde o povo está: bairros, feiras e comunidades

Diferente de muitos políticos que só aparecem em época de eleição, Elan Alencar mantém rotina ativa nos bairros das zonas Leste e Norte de Manaus, além de comunidades ribeirinhas e municípios do interior. Ele está nas ruas, nas feiras, nos becos, nos campos de futebol e nas reuniões comunitárias.

Em Itacoatiara, dialogou com o sindicato dos pescadores, que reúne mais de dois mil associados. Em Eirunepé, sua terra natal, recebeu Título de Honra ao Mérito e apoiou eventos esportivos, como o motocross, fortalecendo o vínculo com a juventude e com quem vive fora da capital.

Raízes no interior e orgulho de onde veio

A calha do rio Juruá já revelou grandes nomes da política amazonense, como Amazonino Mendes e outros líderes históricos. Agora, Elan Alencar surge como representante de uma nova geração, que carrega o orgulho de ser do interior e a missão de dar voz a quem quase nunca é ouvido.

Essa ligação com suas origens faz com que muitos eleitores se identifiquem com sua história. Para quem vive longe dos gabinetes e perto da realidade dura das comunidades, Elan representa alguém “igual ao povo”.

Mandato voltado para quem mais precisa

O trabalho de Elan Alencar é marcado por pautas simples, mas essenciais para o dia a dia da população. Seu mandato tem foco em:

apoio a famílias em situação de vulnerabilidade;

incentivo ao esporte de base e à juventude;

mutirões e ações de saúde básica;

valorização da cultura periférica e de artistas locais;

cobrança por pavimentação, iluminação e melhorias em bairros, ramais e comunidades ribeirinhas.

Ele também foi responsável pela emenda que garantiu a reforma do Complexo CCA, no bairro Santa Etelvina, uma conquista importante para a comunidade local.

Reconhecimento político e força para 2026

O trabalho nas bases fez com que Elan ganhasse respaldo dentro do MDB. O nome do vereador passou a ser citado pelo presidente estadual do partido, senador Eduardo Braga, como um dos quadros com potencial real de vitória para a Aleam em 2026.

Nos bastidores, lideranças políticas já tratam Elan como pré-candidato natural, principalmente por seu perfil popular, discurso simples e ligação direta com o povo.

Humildade, fé e voto de oportunidade

Elan Alencar costuma destacar que seu crescimento não vem de marketing, mas de trabalho. Para ele, o reconhecimento popular é consequência de estar presente e não virar as costas para quem mais precisa.

“O povo reconhece quem não foge da luta. Crescer em voto é consequência de trabalho, de compromisso e de estar perto das pessoas”, afirmou.

Em outra declaração, reforçou: “A política precisa estar onde o povo está. É ouvindo na rua, no campo, na feira e no beco que a gente constrói um projeto de verdade”.

Um nome simples, do povo, que ganha força no Amazonas

Com a aproximação das eleições de 2026, Elan Alencar se consolida como uma das principais apostas da política popular no Amazonas. Sua história de humildade, ligação com o interior e presença constante nas comunidades fortalece o sentimento de que é hora de dar oportunidade a quem conhece, na pele, a realidade do povo.

Para muitos eleitores, Elan representa exatamente isso: alguém que veio de baixo, continua andando com o povo e quer levar essa voz para dentro da Assembleia Legislativa.

Foto: Divulgação 

Com informações da Assessoria do vereador Elan Alencar 

Editorial | Venezuela sob ataque: minerais estratégicos, poder imperial e o sequestro que enterra a ordem mundial

A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos revela que a disputa global por recursos naturais substituiu definitivamente o direito internacional

Por Paulo Paixão | Amazônia Realidade

A fotografia exibida por Donald Trump, mostrando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, detido como um troféu de guerra, não é apenas um gesto de provocação política. É um símbolo brutal de um novo tempo histórico. O sequestro de um chefe de Estado em pleno exercício do mandato, sem qualquer respaldo da Organização das Nações Unidas ou do direito internacional, representa a certidão de óbito da ordem mundial construída no pós-Segunda Guerra Mundial.

O episódio marca uma inflexão perigosa na geopolítica global e revela, sem disfarces, os verdadeiros motivos da invasão norte-americana à Venezuela: o controle de riquezas minerais estratégicas e a tentativa desesperada de manter uma hegemonia em acelerado processo de erosão.

A guerra que não se declara: o mapa mineral da Venezuela

A narrativa oficial de “defesa da democracia” não resiste a uma análise minimamente honesta. A Venezuela concentra as maiores reservas comprovadas de petróleo do planeta e abriga vastos depósitos de ouro, coltan, bauxita, ferro e terras raras — minerais indispensáveis à indústria tecnológica, bélica e energética do século XXI.

Em um mundo que caminha para a transição energética e para a digitalização total da economia, esses recursos se tornaram mais valiosos do que exércitos. A decisão do Estado venezuelano de estreitar relações estratégicas com China, Rússia e Irã rompeu a lógica histórica de subordinação da América Latina aos interesses de Washington. O resultado foi previsível: a soberania passou a ser tratada como obstáculo.

O sequestro de um presidente e a institucionalização da barbárie

O rapto de Nicolás Maduro inaugura uma doutrina inédita e alarmante: a normalização do sequestro de chefes de Estado como instrumento de política externa. Não se trata apenas de uma violação grave do direito internacional, mas da consolidação de um método de intimidação global.

Ao expor publicamente a imagem do presidente venezuelano preso, Donald Trump envia uma mensagem inequívoca ao mundo: tratados, convenções e organismos multilaterais tornaram-se irrelevantes diante dos interesses estratégicos dos Estados Unidos. É o abandono definitivo da diplomacia como ferramenta civilizatória.

A falência prática da ONU e do multilateralismo

A ausência de qualquer deliberação do Conselho de Segurança da ONU evidencia a falência operacional do sistema multilateral. Criadas para conter guerras de agressão e preservar a soberania dos Estados, as instituições internacionais se mostram incapazes de impor limites à maior potência militar do planeta.

O direito internacional passa a funcionar de forma seletiva: rígido com países frágeis, inexistente para impérios armados. A Venezuela se torna, assim, o laboratório de uma nova ordem — ou desordem — global, baseada na força e na coerção.

Reações globais e o silêncio cúmplice

China e Rússia condenaram duramente a ação, classificando-a como agressão imperialista e alertando para o risco de escalada militar de alcance global. Países da África, da Ásia e da América Latina manifestaram temor diante do precedente aberto.

Na Europa, o silêncio constrangedor e os apelos genéricos ao “diálogo” expõem a dependência política e militar do continente em relação aos Estados Unidos. A incapacidade de reação revela uma ordem internacional fragmentada, desigual e submetida à lógica da força.

Brasil, América do Sul e o alerta continental

O Brasil posicionou-se oficialmente em defesa da soberania nacional, do multilateralismo e da solução pacífica dos conflitos. A reação brasileira não é apenas diplomática: é estratégica. A militarização da América do Sul, somada à cobiça internacional sobre a Amazônia e seus recursos, coloca todo o continente em estado de alerta.

O que ocorre hoje na Venezuela pode se repetir em qualquer país que detenha riquezas naturais estratégicas e ouse exercer autonomia política.

Um império em declínio reage com violência

A história ensina que impérios em decadência tendem a agir com brutalidade crescente. Incapazes de sustentar sua hegemonia por meios econômicos ou diplomáticos, recorrem à força como último recurso. A invasão da Venezuela e o sequestro de seu presidente não são demonstrações de poder, mas sinais claros de fragilidade estrutural.

O mundo que emerge desse episódio é mais instável, mais imprevisível e mais perigoso. Quando presidentes se tornam prisioneiros e minerais substituem tratados, a barbárie deixa de ser exceção e passa a ser política de Estado.

Venezuela hoje, quem amanhã?

A pergunta que ecoa nas chancelarias do Sul Global é simples e inquietante: se isso foi possível na Venezuela, quem será o próximo? A resposta dependerá da capacidade das nações de reagirem coletivamente ou aceitarem, em silêncio, que a soberania deixou de ser um direito universal e passou a ser um privilégio concedido pelos mais fortes.

Este editorial é um alerta. Não apenas sobre a Venezuela, mas sobre o mundo que está sendo construído à força diante dos nossos olhos.

Foto: Reprodução Redes Sociais Donald Trump

Usina de Asfalto em Japurá marca avanço histórico na infraestrutura e no desenvolvimento do município

Investimento supera desafios logísticos no interior do Amazonas e garante pavimentação asfáltica para transformar o sistema viário de Japurá

Por Redação | Amazônia Realidade


A chegada da Usina de Asfalto em Japurá, no interior do Amazonas, representa um marco histórico para a infraestrutura urbana do município. Anunciado, nesta sexta-feira (2), pelo prefeito Vanilso Monteiro (União Brasil), o investimento estratégico inaugura um novo ciclo de desenvolvimento econômico, mobilidade urbana e qualidade de vida, após décadas de dificuldades causadas pela ausência de pavimentação e pelos desafios logísticos da região.


Usina de Asfalto impulsiona a infraestrutura urbana em Japurá


A implantação da Usina de Asfalto de Japurá simboliza um avanço sem precedentes para o município, que por muitos anos enfrentou a precariedade do sistema viário urbano. A falta de pavimentação asfáltica impactava diretamente o transporte, o acesso a serviços públicos, o comércio local e o crescimento econômico.

Com os novos equipamentos, a Prefeitura de Japurá passa a ter autonomia para executar obras de asfaltamento, recuperação de ruas e manutenção viária, garantindo mais durabilidade, eficiência e planejamento às intervenções urbanas.


Distância de Manaus e logística complexa sempre dificultaram o asfaltamento


Localizada no Noroeste do Amazonas, Japurá enfrenta desafios históricos relacionados à logística no interior do Amazonas. A distância entre Japurá e Manaus é de aproximadamente 737 km em linha reta, mas pode ultrapassar 1.036 km quando considerados os trajetos fluviais e terrestres.

O acesso ao município ocorre majoritariamente por vias fluviais, exigindo longas viagens de barco pelos rios da bacia amazônica, com deslocamentos que podem durar quase 26 horas de balsa. Essa realidade sempre elevou os custos de transporte de insumos e dificultou a execução de obras de infraestrutura urbana.


Parceria com o Governo do Amazonas fortalece o sistema viário


A chegada da Usina de Asfalto é resultado da parceria entre a Prefeitura de Japurá e o Governo do Amazonas, fortalecendo políticas públicas voltadas ao desenvolvimento regional e à redução das desigualdades entre capital e interior.

Com a usina em funcionamento, o município poderá acelerar a pavimentação de ruas e avenidas, garantindo mais mobilidade urbana e segurança para pedestres, ciclistas e motoristas.


Japurá supera limitações históricas e reduz custos de obras públicas


Durante décadas, a ausência de asfalto e a distância da capital obrigaram o poder público a utilizar concreto como alternativa para pavimentação, uma solução mais cara e menos adequada à realidade urbana local.

A produção de asfalto no próprio município reduz custos, melhora o planejamento das obras e assegura maior rapidez na recuperação da malha viária, tornando a gestão pública mais eficiente e sustentável.


Pavimentação asfáltica melhora qualidade de vida e gera desenvolvimento


A pavimentação asfáltica em Japurá trará impactos diretos na qualidade de vida da população, com redução de poeira, lama e transtornos no deslocamento diário. Além disso, a melhoria da infraestrutura urbana fortalece o comércio local, atrai investimentos e gera novas oportunidades de emprego.

Para a administração municipal, o investimento simboliza visão de futuro, compromisso com o desenvolvimento e respeito à população. Com a chegada da Usina de Asfalto, Japurá consolida um novo momento de crescimento, dignidade e progresso para as próximas gerações.


Fotos: Divulgação 

Com informações da Secretaria de Comunicação de Japurá 

Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e cobra reação firme da ONU

Presidente afirma que ação militar viola o direito internacional, ameaça a soberania venezuelana e cria precedente perigoso para a estabilidade global

Por Redação | Amazônia Realidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou, na manhã deste sábado (3), o ataque militar dos Estados Unidos em território da Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores. Em declaração pública, Lula classificou a ação como uma grave violação do direito internacional e cobrou uma resposta “vigorosa” da Organização das Nações Unidas (ONU).

Lula critica ataque dos EUA e defende soberania da Venezuela

Em manifestação divulgada nas redes sociais, Lula afirmou que os bombardeios e a captura do chefe de Estado venezuelano ultrapassam limites inaceitáveis nas relações internacionais. Segundo o presidente brasileiro, a ofensiva representa uma afronta direta à soberania da Venezuela e coloca em risco o equilíbrio global.

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, declarou.

Presidente alerta para riscos ao direito internacional e ao multilateralismo

Lula ressaltou que ações militares unilaterais fragilizam o direito internacional e abrem caminho para um cenário de instabilidade e violência entre as nações. Para ele, o desrespeito às normas internacionais favorece a lógica da força em detrimento do diálogo e do multilateralismo.

“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, afirmou o presidente.

Brasil cobra resposta da ONU e reforça defesa do diálogo

O chefe do Executivo brasileiro destacou que a posição do Brasil é coerente com a postura histórica do país em condenar o uso da força em conflitos internacionais. Lula também comparou o episódio a períodos marcados por intervenções externas na América Latina e no Caribe.

“A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, disse. Segundo ele, a comunidade internacional precisa reagir de forma firme por meio da ONU.

Lula concluiu afirmando que o Brasil condena os ataques e permanece à disposição para contribuir com iniciativas que priorizem o diálogo, a cooperação e a solução pacífica dos conflitos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com informações da Agência Brasil

Helicóptero faz pouso forçado no mar em Cabo Frio

Oito ocupantes da aeronave foram resgatados pela Marinha
Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro
Um helicóptero com oito pessoas precisou fazer um pouso de emergência no mar de Cabo Frio nesta sexta-feira (2). Segundo a Marinha do Brasil, foi ativada a operação de busca e salvamento, e uma aeronave foi deslocada ao local para fazer o resgate.
A Marinha confirmou que fez o resgate de oito pessoas (seis passageiros e dois tripulantes) envolvidas no acidente com um helicóptero da OMNI Táxi Aéreo que operava em apoio a plataformas de petróleo. A aeronave pousou no mar a cerca de 40 milhas (cerca de 74 quilômetros) ao sul de Cabo Frio (RJ).
"De imediato, foi ativada uma Operação de Busca e Salvamento (SAR), com o emprego de um helicóptero da Marinha. A aeronave resgatou todos os tripulantes, que se encontravam em duas balsas salva-vidas, conduzindo-os, após o resgate, para avaliação médica  na Policlínica da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, onde foi confirmado que todos passavam bem", destaca a Marinha em nota.


Fonte: Agência Brasil 

EUA atacam a Venezuela, provocam explosões em Caracas e dizem ter capturado Nicolás Maduro

Donald Trump afirma que presidente venezuelano e a esposa foram retirados do país por via aérea; explosões e apagões atingiram Caracas

Por Redação | Amazônia Realidade

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças militares norte-americanas realizaram um ataque em larga escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. Segundo o chefe da Casa Branca, Maduro e a esposa foram retirados do país por via aérea após a operação.

A declaração foi feita por Trump em uma rede social. O presidente americano não informou o local para onde o líder venezuelano foi levado, mas anunciou que mais detalhes da ação serão divulgados em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília).

Explosões e movimentação militar em Caracas

Durante a madrugada deste sábado, uma série de explosões foi registrada em Caracas, capital da Venezuela. De acordo com a agência Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em um intervalo de aproximadamente 30 minutos.

Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho intenso de aeronaves voando em baixa altitude e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando a região metropolitana de Caracas.

Governo dos EUA confirma operação conjunta

Em sua publicação, Donald Trump afirmou que a ofensiva foi realizada com sucesso e conduzida em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, escreveu o presidente.

Até o momento, não há informações oficiais sobre o destino de Maduro nem sobre possíveis vítimas da operação.

Venezuela exige prova de vida e decreta emergência

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que o governo não foi informado sobre o paradeiro de Nicolás Maduro e exigiu uma prova de vida por parte das autoridades americanas.

Logo após o início da ofensiva, o governo venezuelano publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque e decretou estado de Comoção Exterior em todo o território nacional.

“O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista”, diz o texto oficial, que também convoca forças sociais e políticas a aderirem a planos de mobilização e defesa.

Acusações de “agressão imperialista” e disputa por recursos

No comunicado, o governo venezuelano acusou os Estados Unidos de promover uma “guerra colonial” com o objetivo de tomar controle de recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais.

Caracas afirmou ainda que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade à Venezuela.

Escalada de tensões e Maduro na mira dos EUA

A pressão sobre o governo venezuelano vinha se intensificando desde agosto, quando os Estados Unidos elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Nicolás Maduro. No mesmo período, Washington reforçou a presença militar no Mar do Caribe.

Inicialmente, a Casa Branca justificou a mobilização como parte do combate ao narcotráfico internacional. No entanto, autoridades americanas passaram a indicar, sob anonimato, que o objetivo final seria a derrubada do governo Maduro.

Em novembro, Trump e Maduro chegaram a manter conversas telefônicas, mas, segundo a imprensa americana, os diálogos terminaram sem avanços. No mesmo mês, os EUA classificaram o chamado Cartel de los Soles como organização terrorista, acusando Maduro de liderar o grupo.

Além disso, veículos internacionais apontam que os Estados Unidos têm interesse nas reservas de petróleo da Venezuela, consideradas as maiores do mundo.

Foto: Reprodução Internet 

Com informações da Associate Press