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Vacinação contra febre aftosa inicia em oito municípios do Amazonas


No último sábado (1º/05), o Governo do Amazonas, por meio da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf) iniciou a primeira etapa da Campanha “Amazonas sem Febre Aftosa” nos municípios de Barcelos, Carauari, Juruá, Novo Airão, Presidente Figueiredo, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira e sede de Tapauá. Pecuaristas deverão imunizar seus rebanhos de todas as idades até o dia 31 de maio. 

A notificação da imunização do rebanho desta etapa deverá ser realizada até o dia 15 de junho junto à Adaf. Cerca de 18 mil cabeças de gado deverão ser imunizados contra a doença nesses municípios. 

 A Adaf reforça que o produtor rural é o responsável pela vacinação do seu rebanho, devendo adquirir a vacina dentro do prazo da etapa, em uma revenda cadastrada pela agência ou nos escritórios do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam).

 “A campanha de vacinação contra febre aftosa prossegue até o dia 31 deste mês, em oito municípios do ecossistema de terra firme. Os pecuaristas devem realizar a vacinação do seu rebanho procurando os escritórios do Idam ou as casas agropecuárias para adquirir a vacina, e após a vacinação fazer a declaração da vacinação junto aos escritórios da Adaf”, reforçou o diretor-presidente da Adaf, Alexandre Araújo. 

No Amazonas, 49 municípios mantêm a vacinação contra a febre aftosa e fazem parte Bloco II do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (Pnefa), na transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação.

 

Calendário de vacinação – A campanha de vacinação no Amazonas é dividida em duas etapas, ocorrendo em 41 municípios nas calhas dos rios Amazonas e Solimões, nos períodos de 15 de março a 30 de abril e de 15 de julho a 31 de agosto. A Adaf reitera que nesses 41 municípios a vacinação deve ser declarada até o dia 15 de maio.

Nos demais oito municípios, nas calhas dos rios Negro e Madeira, o calendário de vacinação acontece nos meses de maio e novembro.

A campanha “Amazonas sem Febre Aftosa” é uma ação do Governo do Estado, por meio da Adaf, com apoio do Sistema Sepror (Idam, Adaf e ADS), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Superintendência Federal da Agricultura no Amazonas (SFA-AM) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea).

 

FOTOS: Divulgação/Adaf

Alunos soldados da PM retomam aulas presenciais em Manaus

Foram retomadas, na semana passada, as aulas presenciais do curso de Formação de Soldados da Polícia Militar do Amazonas dos 392 convocados para a corporação pelo governador Wilson Lima. Realizado pelo Instituto de Ensino Integrado de Segurança Pública (Iesp), o curso acontece no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e estava com aulas on-line por conta das medidas sanitárias para prevenção da Covid-19.

Com a missão de promover a formação, capacitação e aperfeiçoamento dos agentes com atuação na segurança estadual, o Iesp é vinculado à Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM). Os 392 alunos soldados que retornaram às aulas são remanescentes do concurso público de 2011. Os novos policiais vão reforçar o policiamento nas ruas da capital e interior do estado.

O curso tem duração de dez meses, com carga horária de 1.420 horas. De acordo com o diretor do Campus de Ensino III do IESP, coronel Moisés Cardoso, as aulas tiveram início no final do ano passado, mas foram suspensas devido à pandemia. “Nós passamos a realizar algumas atividades pela plataforma de ensino a distância, que compartilhamos com a PM para que eles não ficassem sem atividades nesse período”, salientou o coronel.

Com a volta presencial do curso, os alunos já passaram pelas disciplinas de formação básica, principalmente as relacionadas aos procedimentos operacionais, tiro, defesa pessoal e uso de bastão. O coronel também ressaltou que essas matérias são fundamentais para iniciar o estágio.

“Para conhecer a realidade da PM, os alunos precisam passar por essas disciplinas, pois são essenciais para iniciar o estágio operacional. Mas todos eles são acompanhados por monitores e instrutores da área de serviço”, explicou o coronel.

O aluno soldado, Tiago Porto, contou que sonha em alcançar o cargo máximo na formação de praças. “O meu sonho dentro da PM é galgar o último posto. Quero seguir o oficialato, além de me especializar em cursos que a instituição nos proporciona para atender da melhor forma possível à sociedade”, disse.

Para evitar aglomerações, os alunos estão divididos em dez pelotões. As aulas estão ocorrendo nos prédios da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Academia de Polícia Civil do Amazonas (Acadepol) e no Centro de Treinamento de Tiro Policial, que fica no Batalhão de Choque da Polícia Militar.

Foto: Carlos Soares/SSP-AM

Operação cumpre mandados contra esquema de venda ilegal de títulos de terra

Uma organização criminosa que montou um esquema de corrupção para venda ilegal de títulos de terra, em Manaus, é alvo de operação da Polícia Civil, deflagrada nesta terça-feira (04/05). Com apoio da Polícia Militar, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão nas residências dos envolvidos no esquema. 

O secretário de Segurança Pública, coronel Louismar Bonates, a Delegada-Geral da Polícia Civil, Emília Ferraz, e o Comandante-Geral da Polícia Militar, coronel Ayrton Norte, acompanham as equipes desde as primeiras horas da manhã. 

Esta é a terceira fase da operação, que vem acontecendo desde agosto do ano passado. As investigações da Delegacia Especializada em Combate à Corrupção vêm acontecendo há um ano e apura o esquema criminoso a partir do ano de 2018. Um dos líderes do grupo criminoso foi afastado do cargo que ocupava a partir de medida cautelar solicitada à Justiça do Amazonas. 

"A Polícia Civil tomou conhecimento de que uma organização criminosa havia montando, dentro da Secretaria Estadual de Terras, um verdadeiro escritório de negócios que promovia venda de títulos por valores que variavam entre R$ 100.000,00 (cem mil) e R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). Além disso, providenciavam a emissão de diversos títulos em nome de familiares e amigos", disse o delegado Guilherme Torres, titular da Deccor. 

Um dos suspeitos, ex-funcionário da Secretaria, andava com crachá (ainda se passando por funcionário público) e cobrava valores para agilizar processos de regularização de terras. O esquema envolve funcionários e ex-funcionários. 

De acordo com a Deccor, após a investigação foram deflagradas três fases de cumprimentos de mandados de busca e apreensão. 

Os suspeitos praticaram crimes como falsificação de documentos públicos, estelionato e corrupção passiva.

Foto: Divulgação / SSP

Governo acolhe 89 venezuelanos desabrigados após enxurrada atingir posto de triagem nesta segunda-feira

Em ação coordenada pela FAAR e Seas, as pessoas foram acolhidas nas dependências da Vila Olímpica

Devido à forte chuva que atingiu a cidade de Manaus, nesta segunda-feira (03/5), o Governo do Amazonas, através da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas) e da Fundação Amazonas de Alto Rendimento (FAAR), atendendo ao pedido do Alto Comissariado das Noções Unidas para Refugiados (Acnur), acolheu 89 venezuelanos desabrigados após enxurrada que atingiu o posto de triagem da Operação Acolhida, na Avenida Torquato Tapajós.

Os 89 venezuelanos que estão em processo de transição para outros estados, foram acolhidos em um espaço provisório nas dependências da Vila Olímpica de Manaus, no bairro Dom Pedro, zona centro-oeste de Manaus. “Eu quero agradecer ao nosso governado Wilson Lima, que prontamente nos convocou e nós pudemos acolher 92% de todos os desabrigados da chuva, que foi muito forte em Manaus. Estamos aqui justamente para dar esse apoio aos venezuelanos, para que eles possam passar esse momento de transição“, destacou Jorge Oliveira, diretor presidente da FAAR.

Com tais medidas, o Governo do Estado reafirma seu compromisso com o atendimento às pessoas que mais precisam de atendimento na área da assistência social, especialmente crianças, mulheres, homens e idosos, que estão sendo obrigados a sair dos seus lares, em razão da crise humanitária que atinge a Venezuela.

“O Governo do Estado está acolhendo essas pessoas aqui na Vila Olímpica, no alojamento de atletas, a Unicef está doando material, a Acnur está doando a parte da alimentação junto a Operação Acolhida do Exército, uma verdadeira união de esforços. Para quem quiser ajudar, são 89 pessoas entre crianças e adultos, que perderam tudo no acidente da Torquato Tapajós”, afirmou a secretária estadual de Assistência Social, Alessandra Campelo.

A FAAR informa, ainda, que estará recebendo doações de todos as pessoas que quiserem ajudar com roupas, calçados, mantimentos e materiais de cama e banho. As doações serão recebidas na sede da Vila Olímpica, no Dom Pedro, a partir desta terça-feira (04/05) até sexta-feira (07/05), período previsto para a permanência dos acolhidos no local, em horário comercial, respeitando todas as medidas de segurança contra a Covid-19.

FOTOS: Divulgação/FAAR

Rádio Paulista doará cestas básicas por comentário racista

Emissora foi acionada por defensor público do Amazonas que se sentiu ofendido por comentário do locutor

‘Volta para a senzala’, comentou o radialista Fabio Benedetti, que perdeu o emprego e fez a rádio pagar indenização remetida a instituição filantrópica do Amazonas

Uma ofensa racial durante uma partida de futebol entre Santos e Ponte Preta, pelo Campeonato Paulista de 2020, custou o emprego do comentarista Fabio Benedetti, da Rádio Energia 97, de São Paulo. Mas isso não impediu a rádio de ser acionada na justiça pelo comentário racista de seu funcionário. O autor da denúncia, o defensor público do Amazonas Arthur Macedo, ajuizou uma ação contra a rádio, que resultou numa conciliação judicial definida em audiência no último dia 20 de abril, obrigando a empresa a pagar cinco cestas básicas para uma instituição filantrópica do Amazonas.

O defensor Arthur Macedo, que também é Diretor de Assuntos Sociais da Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Estado do Amazonas (Adepam), tomou conhecimento do comentário racista contra por meio de notícias veiculadas na imprensa.  O jogador ofendido diretamente, o atacante Marinho, que é afrodescendente, gravou um vídeo após o incidente, chegou a chorar e reclamou da falta de punição para este tipo de crime. Indignado com a postura do comentarista, Arthur, que é negro, acionou a rádio na justiça. “Em se tratando de uma fala racista veiculada em um programa da rádio, era mais fácil acioná-la, com base no código de defesa do consumidor, e não o comentarista, até porque eu somente tinha o endereço da empresa”, explicou Arthur, acrescentando que a rádio também será obrigada a divulgar o resultado da ação no mesmo programa em que ocorreu o incidente.

O defensor explica que o termo “senzala” remete a fatos históricos que envolvem toda a comunidade afrodescendente no Brasil. “Tivemos 338 anos de escravidão e até hoje temos resquícios disso”, diz ele, que conta ter ficado satisfeito com o resultado da ação.  “Claro que é importante que uma instituição de Manaus receba a doação, mas achei importante também eles noticiarem que foi em decorrência do comentário racista. Como a audiência (da rádio Energia 97) é grande, achei que isso seria o melhor remédio”, declarou ele, que escolheu o abrigo São Vicente de Paulo, em Manaus, para receber as cestas básicas. A empresa tem até o dia 5 de maio para cumprir o acordo de conciliação.

Com mais de 300 anos de escravidão, o Brasil foi a última nação do mundo a abolir a escravatura e o país das Américas que mais recebeu pessoas escravizadas do continente africano, deixando marcas da cultura e da estrutura social escravocrata no país até os dias de hoje. Por isso, diz-se que o racismo no Brasil é estrutural, como explica a defensora pública do Amazonas e representante da Adepam na Comissão Temática de Igualdade Racial na Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep), Elânia Fonseca do Nascimento.

Segundo a defensora, além de institucional, ou seja, de estar permeado nas instituições, o racismo estrutural está presente e molda a estrutura da sociedade brasileira, determinando as relações de privilégio e exclusão no país. 

“No Brasil, alguns debates estão ganhando corpo em relação à temática racial, e acaba sendo um tema bastante polêmico, uma vez que parte da população acredita que não haveria racismo no Brasil, de que a gente viveria numa democracia racial, onde somos todos amigos e não haveria diferença entre brancos, negros e indígenas. ‘Eu não sou racista, eu tenho até um amigo negro’, eles dizem. Mas a gente precisa conversar sobre algumas questões que aconteceram no passado e que estão muito presentes hoje, que repercutem na nossa cultura, em dados econômicos, repercutem no sistema de polícia, repercutem até no atendimento de uma pessoa negra numa instituição médica”, explica.

Associação das Defensoras e Defensores faz campanha contra o racismo (box)

O presidente da Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Amazonas, o defensor público Arlindo Gonçalves, conta que a associação desenvolve junto à Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep), da qual é filiada, a campanha “Racismo se combate em todo lugar”

“A finalidade é incentivar a igualdade étnico-racial, o acesso a direitos a políticas públicas. E quando falamos de igualdade racial, aí envolvemos não apenas negros, mas também populações tradicionais, os próprios indígenas, que acabam sofrendo algum tipo de preconceito e diversidade de tratamento”, enfatiza.

Foto: Divulgação

Detran-AM realiza operações de fiscalização e flagra 58 motoristas alcoolizados no fim de semana

Nesse último fim de semana, o Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) realizou operações de fiscalização de trânsito e da Lei Seca. Foram 58 testes positivos de bafômetro e mais de 100 autos de infrações emitidos, entre a noite de sexta-feira (30/04) e a noite de domingo (02/05).

Na noite de sexta-feira, as fiscalizações aconteceram na rua Coronel Ferreira de Araújo, bairro Petrópolis, e também na rua Esus, bairro Tarumã, zonas sul e oeste da capital. Na ação, foram constatados 11 motoristas alcoolizados conduzindo veículos, além de dois que se recusaram a fazer o teste do bafômetro; e 12 veículos foram removidos por irregularidades.

No sábado, as abordagens foram realizadas nas avenidas Djalma Batista e Mário Ypiranga Monteiro, localizadas na zona centro-sul da capital. Ao todo, 59 autos de infração foram emitidos, sendo 14 por alcoolemia. Nesse dia, também, seis carros e uma motocicleta foram removidos para o parqueamento do Detran-AM.

Na operação realizada no domingo, o foco foi o retorno dos sítios e flutuantes. A blitz foi montada na rua Agente Mauro Lobo, localizada no bairro Ponta Negra, zona oeste. No local, 33 condutores foram flagrados no bafômetro e sete se recusaram a fazer o teste. Foram 67 infrações cometidas, resultando em três veículos removidos, 29 Carteiras Nacional de Habilitação (CNHs) e dois Certificados de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) recolhidos.

Recorde Histórico* – Em agosto de 2020, o Núcleo Especializado em Operações de Trânsito (Neot) do Detran Amazonas registrou um recorde histórico de flagrantes de pessoas dirigindo sob o efeito de bebida alcoólica. Foram 62 testes positivos de bafômetro constatados entre a noite de uma sexta-feira até domingo (23/08).

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), quem for pego dirigindo sob o efeito de bebida alcoólica tem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida e passa a responder a processo para suspensão do documento. Além disso, o condutor é multado em R$ 2.934,70. Ele também pode ter o veículo removido caso não haja pessoa habilitada e sóbria para assumir a direção.

Fotos: Divulgação/Detran-AM

Análises da FVS-AM apontam maior risco de óbito entre mulheres hospitalizadas

Levantamento do órgão com pacientes internados indica maior risco de evolução para óbito entre mulheres, em comparação com homens

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) divulga nesta segunda-feira (03/05) análises epidemiológicas que apontam fatores de riscos associados a óbitos por Covid-19. Segundo o levantamento do órgão, as mulheres hospitalizadas apresentam o maior risco de evolução para óbito por Covid-19. Ainda segundo os dados, 43.5% das mulheres internadas na rede hospitalar evoluíram para o óbito, contra 39% de risco para os homens.

De acordo com o diretor-presidente da FVS-AM, Cristiano Fernandes, o risco de evoluir para óbito em mulheres aumenta com a idade. “Entre os pacientes hospitalizados por Covid-19, tiveram maior risco de evolução para óbito aqueles que apresentavam doenças de base”, disse.

Cristiano salienta que o risco de evolução para óbito foi de 58% maior entre os pacientes internados com Covid-19 que apresentavam alguma comorbidade. “Os cardiopatas, pacientes com diabetes, com pneumopatia ou doença hematológica apresentaram maior risco de evolução para óbito”, informou.

O assessor da Sala de Situação de Saúde da FVS-AM, Daniel Barros, destaca ainda no levantamento que os pacientes residentes em Manaus apresentaram maior risco de evolução para o óbito, quando comparados aos residentes de municípios do interior do Amazonas. “Outro achado encontrado no levantamento é que os pacientes que fizeram uso de suporte ventilatório invasivo tiveram risco aumentado em 2,8 vezes de evoluírem para óbito por Covid-19”, disse.

Daniel explica que as análises são possíveis devido ao empenho das equipes dos núcleos de vigilância hospitalares, que são os responsáveis pelo preenchimento nos sistemas oficiais de informação. “Nesse sentido é possível o reconhecimento de todos os óbitos da Covid-19, e também a identificação dos fatores de risco e condições relacionados ao óbito”, avaliou.

Com o objetivo de dar publicidade aos dados da Covid-19, Daniel, informa ainda que a FVS-AM mantém atualizados 11 painéis de monitoramento epidemiológico no site institucional. “Os painéis como os boletins epidemiológicos são atualizados com os dados fornecidos pelas secretarias municipais de saúde e consolidados para demonstrar com transparência o cenário da doença no Amazonas”, completou.

Os painéis de monitoramento podem ser consultados em https://bit.ly/3tcq7oY, e entre eles constam informações sobre: Monitoramento em Idosos, em Grávidas e Puérperas, em crianças menores de 1 ano, em crianças e adolescentes, séries temporais, entre outros.

Medidas protetivas – Para evitar a exposição ao novo coronavírus, são essenciais as medidas não farmacológicas, como o uso da máscara de proteção facial, o respeito ao distanciamento mínimo entre as pessoas, a higienização das mãos com água e sabão ou com o uso de álcool em gel, e a adesão à vacina para os grupos prioritários.

 Foto: Edu Prado/Divulgação