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Covid-19 pode forçar a derrubada do teto de gastos públicos, reforma tributária e a criação de novo imposto no Brasil


O advogado tributarista e consultor Eliézer Marins avalia os impactos da pandemia do novo coronavírus na economia e revela que existe a possibilidade de novos impostos, reexame de isenções e de uma reforma tributária para mitigar os efeitos da crise econômica e da queda brusca no PIB e na arrecadação.
A pandemia da Covid-19 causou grandes alterações, algumas delas bastante radicais, em políticas públicas e expôs o abismo da desigualdade social de forma muito explícita, mostrando a necessidade de amparo por parte do Estado para garantir liquidez ao sistema financeiro e manter os negócios minimamente em funcionamento, assim como para apoiar trabalhadores informais e pessoas vulneráveis. No entanto, como dinheiro não se cria do nada, em algum momento, alguém precisará pagar a conta por todo o assistencialismo necessário durante esta crise.

O advogado tributarista e consultor Eliézer Marins, CEO da Marins Consultoria, aponta que devido à pandemia o Estado precisou tomar medidas que irão, em um futuro não tão distante, acarretar em aumento de impostos e detonar o teto de gastos público do governo: “Cálculos da IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão vinculado ao Senado Federal, mostram que os gastos do governo com os desdobramentos da pandemia e seu enfrentamento devem superar os R$ 600 bilhões este ano, o que é equivalente a quase 9% do PIB brasileiro. Considerando perdas de receitas e outros eventos, a IFI projeta déficit primário de R$ 877 bilhões para este ano, representando 12,7%.Logo, todo esse financiamento inevitavelmente resultará em aumento da dívida pública e pode dar adeus por ora aos limites impostos pela PEC do teto de gastos e endividamento público.”

Queda brusca do PIB e aumento elevado do endividamento público em 2020


Desenhado para conter o exorbitante crescimento dos gastos públicos, o mecanismo do teto de gastos determina que as despesas públicas não podem aumentar mais do que a inflação do ano anterior. Pela regra do teto, toda vez que a economia crescesse, os gastos públicos deveriam encolher em relação ao PIB. No entanto, na prática, isto se mostra inviável neste momento, onde o Banco Central espera uma queda no PIB para 2020 de 6,4% e um aumento dos pedidos de empréstimos em quase 8%: “Vivemos em um país em que vigora um sistema tributário que cobra mais impostos de quem tem menor capacidade de contribuir, contudo se afinal o teto de gastos se mostrar insustentável, o aumento dos gastos públicos para enfrentar a pandemia tende a acelerar uma reforma tributária, que está sendo proposta há algum tempo e pode ser enviada para apreciação até agosto deste ano, já que entre renúncias fiscais, isenções, abatimentos e taxação mais leve sobre renda e patrimônio do que sobre consumo, no Brasil, quem pode menos paga mais imposto do que quem pode mais.”

Compensação dos gastos com a pandemia com novos impostos

Embora diversos países do mundo estejam adotando medidas para postergar a cobrança de impostos durante a pandemia, no Brasil a situação não parece ser uma opção. Além disso, está em aberto a possibilidade da criação de um novo imposto para custear os gastos com a covid-19: “As propostas em debate convergem para a sugestão de cortes em abatimentos de despesas e criação de um novo imposto, assim como novas alíquotas para rendas superiores no Imposto de Renda, incluem tributar lucros e dividendos, hoje isentos, e elevar a taxação de patrimônio e riqueza. Devem ser feitos os reexame das renúncias fiscais. O governo Bolsonaro, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na linha frente, alegam que não pretendem ir por este caminho, mas pode ser inevitável se seguirmos neste estado de emergência.”

Setenta e três farmácias do Amazonas já aderiram à campanha "Sinal Vermelho para a Violência Doméstica"

     foto Chico Batata

Campanha foi lançada nacionalmente neste mês de junho e por meio dela, estabelecimentos farmacêuticos podem ser procurados por vítimas de violência que necessitam de auxílio.

Setenta e três farmácias e drogarias que funcionam no Amazonas já aderiram à campanha "Sinal Vermelho para a Violência Doméstica", de iniciativa da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e de órgãos parceiros, entre os quais o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e o Conselho Regional de Farmácia (CRF-AM). 

Lançada nacionalmente no último dia 10 de junho, por meio da campanha, estabelecimentos farmacêuticos podem ser procurados por vítimas de violência que precisam de auxílio, bastando à vítima apresentar o símbolo da letra "X" em uma das mãos para que o atendente ou farmacêutico acione uma autoridade policial para lhe prestar o devido auxílio.

O balanço com o número de estabelecimentos que já aderiram à campanha no Estado foi divulgado neste domingo pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar. 

Entre os 73 estabelecimentos que fizeram a adesão, estão as Drogarias Santo Remédio (com 46 unidades na capital); as Drogarias Pague Menos (com 19 unidades em Manaus, 1 em Manacapuru, 1 em Itacoatiara e 1 em Parintins); as Drogarias Riachão (4 unidades em Manaus) e a Drogaria Pharmamed (1 unidade em Manaus). 

    foto Chico Batata

À frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, a desembargadora Carla Reis - que nesta semana assumirá a vice-presidência do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) - destacou a iniciativa dos proprietários e administradores das farmácias que já aderiram à causa e comentou que a mobilização é de fundamental importância. "Queremos destacar o apoio destes 73 estabelecimentos que, no Amazonas, compreenderam a importância desta mobilização nacional e aproveitamos este momento para mencionar o quão importante, neste período de pandemia, é a adesão à causa, pois, assim fazendo, as farmácias prestam um enorme serviço à sociedade, às famílias e às inúmeras mulheres vítimas de violência doméstica", comentou a desembargadora. 

O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Amazonas (CRF-AM), Jardel Inácio, citou que o órgão tem estimulado a participação dos grupos empresariais, e mencionou que a adesão à campanha é um compromisso social. “A violência contra a mulher é das coisas mais covardes que existem na sociedade. Um dos crimes que mais revolta qualquer pessoa que tenha seus valores cidadãos. É um dever social de todos e de todas combater este tipo de atitude, e por isso acreditamos que os profissionais farmacêuticos podem auxiliar nesta importante missão. Participar desta campanha é um ato cidadão e que vai ajudar a salvar mulheres que passam por esta situação em suas casas e, muitas vezes, não sabem a quem recorrer por medo”, afirmou o presidente do CRF-AM.

Para aderir à campanha, basta ao empresário/farmacêutico acessar o endereço eletrônico: https://www.amb.com.br/sinalvermelho, no qual constam todas as instruções necessárias.

Shopping do Artesanato e Economia Solidária retoma as atividades na segunda-feira



O Shopping do Artesanato e Economia Solidária reabre as portas na próxima segunda-feira (29/06) para atender ao público presencialmente, respeitando o terceiro ciclo do Decreto 42.395 de 13 de junho de 2020.  O espaço é coordenado pela Secretaria Executiva do Trabalho e Empreendedorismo (Setemp), conta com 88 lojas e reúne o trabalho de artesãos independentes, indígenas, associações e produtores amazonenses.

O Shopping do Artesanato está localizado na avenida Djalma Batista, 1018, e fica na Galeria Mais (entre o Plaza e Amazonas Shopping). O atendimento acontecerá de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h. A volta acontecerá gradualmente, seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os permissionários do grupo de risco retornam somente no dia 6 de julho, conforme recomendação.

De acordo com a secretária da Setemp, Neila Azrak, a reabertura do Shopping do Artesanato traz de volta a oportunidade dos artesãos mostrarem seus produtos presencialmente. “As mudanças em função da Covid-19 ocorreram de forma muito rápida e estamos seguindo todas as orientações de segurança repassadas durante a semana pela coordenação do Artesanato Amazonense. Vamos voltar conscientes do nosso papel como cidadão”, destacou.

Entre as novidades que serão apresentadas ao público estão: acessórios, biojóias e ecojóias, porta-moedas em crochê, tigelas e cumbucas de cerâmica, artesanato indígena (colares e cocares), canetas, caixas, porta-jóias e artesanato em marchetaria, pulseiras, suplast, entre outros produtos artesanais. 

Em cumprimento ao Decreto Governamental nº 42.061, de 16 de março de 2020, o Shopping parou suas atividades no dia 18 de março, e alguns artesãos precisaram se reinventar e aderir à forma virtual para os atendimentos e vendas de suas peças e produtos.

Segundo a artesã e permissionária, Marcia Vaz, a pandemia não a fez parar. As vendas de panelas de barro e máscaras de tecido foram seu carro-chefe e os produtos mais procurados pelos clientes. “Eu me sinto feliz por entregar todas as encomendas. Com a reabertura do Shopping do Artesanato, estou ainda mais esperançosa por dias melhores”, disse.

Com alta de 2,09% na primeira quinzena de junho, gasolina interrompe sequência de quedas do ano

Conforme levantamento da ValeCard, Paraná e Amapá têm os menores preços do combustível no país
Em queda livre desde janeiro, o preço da gasolina comum no Brasil interrompeu a sequência de baixas na primeira quinzena de junho. O valor médio do litro do combustível no país nos primeiros 15 dias do mês ficou em R$ 4,093 (o preço médio registrado em maio foi de R$ 4,010). 
Conforme levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas, Rio de Janeiro (R$ 4,557) e Amazonas (R$ 4,442) são os estados com o combustível mais caro no país. Já Paraná (R$ 3,706) e Amapá (R$ 3,757) apresentam com os preços mais baratos.  
Obtidos por meio do registro das transações realizadas em maio com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que Belém registra o valor mais alto (R$ 4,614). Por outro lado, o valor mais baixo encontra-se em Curitiba (R$ 3,547). 

Fonte: ValeCard 

Preço médio por Estado (R$)  
Estado 
 Junho (1ªQ) 
 Maio  
Variação (%) 
RJ 
4,557 
4,482 
1,67% 
AM 
4,442 
4,387 
1,25% 
AC 
4,436 
4,395 
0,94% 
PA 
4,329 
4,307 
0,53% 
PI 
4,317 
4,085 
5,68% 
TO 
4,28 
4,157 
2,94% 
AL 
4,217 
4,148 
1,67% 
MG 
4,216 
4,139 
1,86% 
RO 
4,212 
4,119 
2,27% 
BA 
4,151 
3,97 
4,55% 
SE 
4,134 
4,083 
1,24% 
CE 
4,108 
4,016 
2,29% 
MA 
4,088 
4,052 
0,89% 
MT 
4,068 
3,964 
2,61% 
ES 
4,067 
3,994 
1,81% 
MS 
4,062 
4,001 
1,52% 
PE 
4,027 
3,929 
2,49% 
RN 
3,967 
3,85 
3,05% 
DF 
3,964 
3,735 
6,15% 
RS 
3,958 
3,898 
1,54% 
GO 
3,935 
3,862 
1,88% 
PB 
3,935 
3,849 
2,25% 
RR 
3,88 
3,87 
0,26% 
SP 
3,857 
3,786 
1,88% 
SC 
3,84 
3,699 
3,82% 
AP 
3,757 
3,923 
-4,24% 
PR 
3,706 
3,58 
3,51% 
Média 
4,093 
4,01 
2,09% 
Fonte: ValeCard  


Belém e Rio, as capitais com maiores preços  
Entre as capitais, Curitiba (R$ 3,547) e João Pessoa (R$ 3,754) foram as que apresentam preços menores. Já Belém (R$ 4,614) e Rio de Janeiro (R$ 4,544) têm os valores mais altos. 

Capital 
 Junho 1ªQ  
 Maio  
Belém 
                  4,614  
        4,581  
Rio de Janeiro 
                  4,544  
        4,465  
Manaus 
                  4,385  
        4,315  
Porto Velho 
                  4,385  
        4,263  
Rio Branco 
                  4,337  
        4,263  
Teresina 
                  4,322  
        3,959  
Palmas 
                  4,212  
        4,083  
Aracaju 
                  4,144  
        4,099  
São Luís 
                  4,124  
        4,145  
Belo Horizonte 
                  4,092  
        4,058  
Salvador 
                  4,055  
        3,729  
Campo Grande 
                  4,017  
        3,970  
Macapá 
                  3,990  
        3,923  
Maceió 
                  3,987  
        3,932  
Natal 
                  3,978  
        3,796  
Fortaleza 
                  3,974  
        3,913  
Florianópolis 
                  3,970  
        3,818  
Brasília 
                  3,966  
        3,738  
Recife 
                  3,956  
        3,834  
Boa Vista 
                  3,924  
        3,871  
Cuiabá 
                  3,909  
        3,782  
São Paulo 
                  3,903  
        3,855  
Vitória 
                  3,849  
        3,707  
Goiânia 
                  3,849  
        3,779  
Porto Alegre 
                  3,832  
        3,813  
João Pessoa 
                  3,754  
        3,700  
Curitiba 
                  3,547  
        3,426  
Fonte: ValeCard 

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Ano deve ser de saldo positivo para a pecuária de corte brasileira



Análise do cenário do mercado foi feita por especialistas do setor em encontro online promovido pela DATAGRO e GPB - Grupo Pecuária Brasil
Mesmo diante de um cenário de incerteza econômica para muitos setores, a alta no preço da arroba e o aumento das exportações sinalizam que o ano será positivo para a pecuária de corte brasileira. As “Perspectivas para o mercado da pecuária no Brasil” estiveram em pauta no encontro online promovido pela DATAGRO e o GPB – Grupo Pecuária Brasil, que reuniu especialistas do setor para debater o panorama da carne bovina e o que o produtor pode esperar para os próximos meses.
“Com a crise da Covid-19, muitos ficaram preocupados com a reação do mercado e achavam que o setor também sofreria um forte impacto interno. A arroba do boi gordo se manteve firme. Apesar do mercado interno ter tido uma pequena diminuição, o que percebemos foi que as exportações continuam muito fortes, batendo recordes históricos mês a mês. O Brasil continua abrindo novos destinos e esses foram fatores que ajudaram a dar suporte no preço”, explicou o commodity broker da Socopa Corretora,  Eduardo Siqueira Ribeiro.
Segundo ele, a oferta de animais terminados diminuiu bastante nos últimos meses e por isso, houve reflexo no mercado da combinação baixa oferta / grande demanda. “Os números de abate de janeiro até agora mostram que a oferta de animais está menor, fator que aliado à exportação fortíssima tem dado sustentação no preço. Isso contrariou toda expectativa negativa da pandemia”, reforçou.
Para o diretor-executivo do GPB e coordenador técnico do balizador GPB/DATAGRO, Luiz Roberto Zillo, as perspectivas para o segundo semestre são de otimismo dentro do setor agropecuário. Mesmo num momento atípico, o agro continua fortemente exercendo seu papel de levar comida à mesa dos brasileiros e alimentar o mundo.
“Ainda não sabemos quando essa situação [pandemia] terminará e nem se diminui a demanda ou não. Mas, tudo leva a crer que a pecuária e a agricultura vão muito bem. O setor está exportando e a nossa qualidade e produtividade são muito grandes. O agro é um dos motores de arranque para a retomada da economia. Acredito que as exportações de carne bovina vão continuar e não vejo no segundo semestre uma queda. No mínimo, teremos uma estabilidade do momento atual”, comentou Zilo.
O webinar contou ainda com a participação do analista sênior da DATAGRO, João Otávio Figueiredo, que atuou como mediador, e do gerente corporativo de compra de gado da Marfrig Global Foods, Maurício Manduca.
Para manter o abastecimento das prateleiras, sem prejuízo aos consumidores, Manduca repassou as ações empenhadas pelo frigorífico no combate ao Coronavírus junto a todos os colaboradores e os investimentos feitos em prevenção. “Desde o começo de março agimos preventivamente em todas as nossas plantas. Estamos testando todos os funcionários. São 18 mil testes e, se positivado, afastamos o colaborador, com todas as orientações e o respaldo necessários. Esse é o resultado do nosso sucesso e não tivemos que parar nossas unidades. Assim, conseguimos continuar a operação sem prejuízos na entrega de carne”, relatou.
Em sua participação, ele enfatizou também a produção da carne brasileira e a necessidade dos produtores entenderem o que os consumidores querem. “Hoje, temos mais animais jovens sendo produzidos em fazendas intensificadas. Antes, o mercado era abastecido com animais mais velhos, bois inteiros e PH alto. O mercado importador foi quem ajudou para que o produtor trouxesse melhores animais. O produtor precisa entender o que o consumidor gostaria de consumir, pois a indústria apenas processa o que o consumidor quer”, reforçou.
O conteúdo completo do webinar está acessível no link: https://bit.ly/2YLQCV3

Fotos para Download:

Escritora compartilha conhecimentos com microempreendedores para superar desafios


A escritora Cléo Busatto vai ministrar um curso de vendas online gratuito para microempreendedores. A iniciativa, promovida pela microfranquia Paper Pão, visa capacitar e apoiar os pequenos empresários, que por conta da pandemia estão encontrando muitos desafios, principalmente na área de vendas.
O curso acontece na plataforma de webinar Go Brunch, na próxima terça-feira, dia 23, a partir das 19 horas, e é dirigido a franqueados da rede, microempreendedores e o público em geral, que buscam melhorar a performance em vendas.
Cléo Busatto vai empregar ensinamentos trazidos em seu livro “Como vender bem – a arte de se comunicar contando histórias”. Nele, a autora ensina de forma prática como o empreendedor pode potencializar as suas habilidades em vendas por meio da comunicação.
Ela apresenta 10 caminhos que devem ser percorridos para se chegar a uma comunicação clara e expressiva: linguagem, comunicação, performance, imagens, ritmo, intenção, corpo, visualização, preparação, contar com o coração. Cada capítulo possui uma descrição e uma síntese, para lembrar os pontos mais significativos.
Sobre a Paper Pão
A Paper pão é uma microfranquia especializada na divulgação em embalagens de biodegradáveis, com foco em sacos de pão. É uma estratégia que promove o marketing local de marcas, produtos e serviços. O franqueado é responsável por parcerias, prospecção e vendas. A franqueadora oferece treinamentos, suporte na criação dos anúncios, produção das embalagens, entre outros. 

Cruz Vemelha MG entrega cestas basicas e kits de higiene em Paraopebas

Cruz Vermelha faz alerta do que precisa para ajudar vítimas de ...
A  Cruz Vermelha Brasileira – Filial Minas Gerais realiza operação humanitária emergencial, neste sãbado (20) contra o COVID-19, a partir das 9h30, entregando em Paraopeba-MG, 4.350 kg de cestas básicas, álcool, água sanitária e kits de higiene para 150 famílias atingidas pela pandemia.
 “Esta será mais uma ação da CVB-MG para ajudar os mais necessitados, neste momento de pico da COVID-19. Muito gratos por realizar mais este trabalho em meio à pandemia”, afirma Bernardo Eliazar, diretor de projetos e captações da Cruz Vermelha-MG. 
Cruz Vermelha
A Cruz Vermelha é o maior e mais antigo movimento humanitário do mundo, presente em mais de 190 países há mais de 150 anos. É referência, em épocas de guerra ou paz, para atender às populações em vulnerabilidade, vítimas de desastres, refugiados, comunidades atingidas pelos conflitos armados e eventos de grande impacto. Sua missão é atenuar os sofrimentos humanos sem nenhuma distinção de origem, raça, credo, gênero, condição financeira, orientação sexual ou política. Sua ação é baseada em sete princípios fundamentais: humanidade, imparcialidade, neutralidade, voluntariado, independência, unidade e universalidade. No Brasil a Cruz Vermelha atua desde 1908 e em Minas Gerais desde 1914.