Polícia prende 12 PMs que supostamente estariam envolvidos na " Chacina do Ramal Água Branca"

Polícia prende 12 PMs que supostamente estariam envolvidos na " Chacina do Ramal Água Branca"

Os 12 homens foram escoltados por policiais militares da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) foram conduzidos para a sede da Delegacia Especialziada em Homicídios e Sequestros (DEHS) na manhã deste sábado (24), no bairro Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus.

Os homens conduzidos são policiais militares, que supostamente, estariam envolvidos na chacina dos irmãos Diego Máximo Gemaque e Lilian Daiane Máximo Gemaque, que tinham 33 e 31 anos, além do casal Alexandre do Nascimento Melo e Valéria Luciana Pacheco da Silva, de 29 e 22 anos, na última quarta-feira (21).

O delegado Ricardo Cunha, titular da Especialziada, acompanhado do delegado adjunto Daniel Antony delegado, estão na sede da Especializada para colhendo os depoimentos.

Nota da SSP/AM

A Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) informa que a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), pediu as prisões temporárias, para fins investigativos, com validade de 30 dias, de 12 policiais militares suspeitos de envolvimento nas mortes de quatro pessoas, na última quarta-feira (21/12). Na manhã deste sábado (24/12), a Justiça acatou os pedidos e os envolvidos já se encontram na unidade prisional da Polícia Militar. 

O pedido de prisão foi feito em menos de 72 horas após o quádruplo homicídio, destacando celeridade nas investigações do caso. Conforme determina a legislação penal brasileira, em 24h os militares serão encaminhados para a audiência de custódia, onde ficarão à disposição da Justiça. A Justiça também acatou os pedidos de busca e apreensão, feitos pela Polícia Civil. As investigações prosseguirão com as oitivas dos militares para esclarecimento do caso. 

Tão logo tomou conhecimento dos fatos,  a Polícia Militar do Amazonas (PM-AM) afastou imediatamente das funções os 12 agentes. Imediatamente, também, foi instaurado um inquérito militar, para apurar a conduta dos policiais.

A SSP-AM ressalta o trabalho integrado entre a Polícia Militar, PC-AM e a Corregedoria-Geral da SSP-AM para dar celeridade na elucidação do caso e reforçar que o Sistema de Segurança Pública do Amazonas não compactua com desvios de conduta de quaisquer servidor.


Fonte: SSP/AM

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